quarta-feira, 25 de junho de 2008

Um tempo com a Escritura

Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a educação na justiça. 2-Timóteo 3.16

No início de minha jornada cristã, fui encorajado a estudar a Bíblia. No entanto, durante minha primeira tentativa de lê-la por inteiro, só consegui ler alguns capítulos do livro de Gênesis antes de perder o interesse.

Passados alguns meses, tentei de novo e cheguei um pouco mais longe, mas então perdi o interesse outra vez e interrompi a leitura. Logo, compreendi o problema: eu tentava entender tudo o que lia e lembrar-me de eventos e detalhes como se me preparasse para uma prova.


Decidi tentar novamente, desta vez com o objetivo mais realista de apenas passar o tempo com a Palavra de Deus. Esta abordagem me ajudou e consegui ler cerca de dois terços da Bíblia naquele ano. Isto, para mim, foi muito encorajador! No ano seguinte, lia Bíblia inteira pela primeira vez.


Hoje, muitos anos depois e tendo lido várias versões diferentes da Bíblia, ainda considero sua leitura uma experiência rica e altamente gratificante. Até certo ponto, consigo identificar-me com os discípulos que viveram experiências maravilhosas, enquanto Jesus lhes explicava Seus ensinamentos. Isto hoje acontece com bastante frequência, pois pratico a disciplina diária de passar um tempo com Deus lendo a Bíblia.


Ler a Bíblia é uma maneira segura de aprender as grandes verdades sobre o amor de Deus.

Vamos orar por uma maior desejo de leitura da Bíblia.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Uma carta do Pai para você!

Neste mundo, feliz?


Ler Mateus 5 é inegável que o desejo mais profundo de todo ser humano é ser feliz.

O problema é que o interior do homem é completamente confuso e o ambiente que ele mesmo constrói a fim de ser a sua moradia relacional é um mero reprodutor daquilo que o coração carrega.

Assim, o mundo é a nossa cara e se faz perceber não como o lugar onde furacões acontecem, enchentes agonizam regiões, e terremotos sacodem o chão, mas sim como o lugar onde existe o homem, um ser que reproduz na Terra os desertos, os rios envenenados, o ar poluído, as carências de vida, os desequilíbrios, os lixões, os paredões de execução, os presídios, as chacinas, o câncer que come o corpo inteiro como corrupção social que existe em seu interior. E mais: esse ser faz isto mediante muitas caras e faces, pois aparecem como verdades religiosas, padrões morais, convenções, muros do qual o da China é mera maquete, e mísseis tão velozes para matar quanto a sua própria língua.

Assim, o homem que ser feliz, porém, ele mesmo, cria o mundo que impossibilita a sua própria felicidade. Foi por isto que Jesus ensinou que neste mundo caído a bem-aventurança está em não contribuir com a infelicidade do mundo, e resistir no contentamento e na exultação, sem jamais chorar lágrimas que já não tragam em si mesmas o consolo, nem ter nenhuma causa que não sejam pacificação e justiça, e não carregar em si nada além de um coração ensinável e uma consciência firme no que é o Bem de toda Aventurança nesta vida.

Somente assim alguém pode ser feliz nesta terra de desencontros, e onde a busca da felicidade acontece como um desejo que é assassinado pelo próprio homem, tanto em razão dele ser como é como também em razão do ambiente que ele cria a fim de procurar encontrar a tal felicidade.

Ora, o problema não é Terra. A Terra é boa. Com boa consciência e entendimento em respeito e reverencia—não precisa nem falar em amor—, todos os humanos poderiam ser muito felizes neste planeta, apesar de todos os seus acidentes e incidentes. O que nos impede de sermos felizes é nosso coração incapaz de se abrir para o entendimento de que a vida será tanto mais fácil e boa quanto menos peso nós pusermos uns sobre os outros.

Quando deixarmos de policiar a felicidade nossa e alheia, então, lentamente, a bem-aventurança começará a brotar bem de leve e bem úmida na terra do nosso coração. E quem sabe, daí, do coração, ela se espalhe para fora... e entre em outros?

Pela fé, não pela visão

Andamos por fé, e não pelo que vemos. 2 Coríntios 5.7

Sou a única pessoa a cuidar de minha mãe, que tem 86 anos e é cega. Ao longo do tempo, ela aprendeu a confiar completamente em mim, segura em meu amor e atenção. Consciente de suas limitações, ela segue-me confiantemente, por vezes apóia-se em meu braço e meus olhos para ajudar-me a compreender o que minha mãe vivência. Sem minha visão, as tarefas diárias tornam-se extremamente difíceis. Qualquer atividade exige paciência, concentração e determinação.

Espiritualmente, podemos seguir a Deus da mesma maneira que minha mãe segue-me, guiados pela Sua Palavra, a Biblía. Ela esta cheia de promessas e exemplos do amor que Deus nos tem mostrado. Quando confiamos em Deus amoroso e atencioso, que caminha ao nosso lado, não precisamos ver e saber tudo sobre o nosso entorno. Embora não possamos identificar os obstáculos à frente, podemos estar seguros de que nosso Deus nos ama, é confiável e sempre estará conosco.

Podemos confiar na condução de Deus, embora não possamos ver o caminho adiante.

Vamos orar pelas pessoas portadora de deficiência visual.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Nossos Parabéns aniversariantes da semana


Segunda feira – dia 23 de Junho

Angelita Maria vieira Sante

Terça-feira dia 24 de Junho

João Reginaldo Sita

Quarta-feira – dia 25 de Junho

Cleuza Aparecida Zambonine

Quinta-feira - dia 26 de Junho

Miguel Lioggi Netto

Sexta-feira - dia 27 de Junho

Andréia Brumatti

Sábado - dia 28 de Junho

Karina Aparecida Cardoso

Fé - Abraão João


Abraão não fez quase nada além de andar e andar. No entanto, foi o pai da fé; e o inaugurador da densidade histórica de uma Era que persistirá até o tempo de todas as consumações.

Abraão, no entanto, não curou doente alguém; não parou o sol; não abriu mar e rios; não fez fogo cair do céu aos olhos de ninguém; não teve nem mesmo os “expedientes” de Jacó ante o sogro; não adivinhava no copo como José; não foi forte como Sansão; não fez a proeza de Gideão; não tomou cidades como Josué; não ressuscitou mortos, como Elias e Eliseu; não foi poético e profético como Isaías; não foi sábio como Daniel; e não fez nenhum prodígio ou mostrou qualquer que fosse o sinal, especialmente ante os homens; no entanto, ainda assim, foi o pai da fé.

Abraão foi o pai da fé não por suas virtudes, pois, ante Daniel, Elias, Eliseu e Oséias, Abraão era um “João ninguém”.

Abraão foi o pai da fé em razão de obedecer a Voz, na solidão, sem sinal, sem evidencia, e até contra toda razão: “Vai e mata o teu filho para mim!”

Abraão foi o pai da fé porque creu que Deus era Justo e Justificador de todo aquele que Nele crê; e também porque cria na Palavra de Deus de tal forma que se Deus disse que de seu filho, Isaque, viria toda a descendência da Promessa para ele, Abraão; então, se a ordem era matar o filho, Isaque, certamente o seria porque Deus tem o poder de ressuscitar dos mortos; posto que a Palavra de Deus e Suas Promessas não poderiam falhar — assim ele cria; conforme a interpretação de Paulo escrevendo aos Romanos.

Abraão foi o pai da fé porque creu que na sua fraqueza humana Deus era poderoso para realizar todos os impossíveis dos homens!

Abraão foi o pai da fé porque creu desde as entranhas, e deixou tudo para trás; e, como um louco, seguiu o invisível, o imponderável e o Não-Evidente.

Dê o que tem

Dai e dar-se-vos-á; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Lucas 6.38

Depois de ler meu devocional, certa manhã, folheei as paginas da revista. Notei que seus escritores vivem pelo mundo todo, não apenas nos Estados Unidos.

O que realmente me tocou foi o fato de haver tantas pessoas ao redor do mundo com algo para dar. Podem ser estudantes, professores, pais ou mães, a lista poderia continuar eternamente, oferecendo o que tem e contando duas histórias de fé.

Isto levou-me a perguntar se estou dando o que tenho para dar. Estou partilhando minha fé em palavras e atos? Com Cristo a meu lado, não preciso hesitar; posso oferecer o que Ele me deu para dar.
Seja tempo, dinheiro, bens, ou palavras de fé e encorajamento, todos nós temos algo a dar que pode ser precisamente a diferença no modo como transcorre o dia de alguém, ou mesmo sua vida.

Deus só pode abençoar as pessoas pelos nossos dons se os partilharmos.


Vamos orar pelas pessoas que não conseguem identificar seus dons.