quarta-feira, 9 de julho de 2008

Porventura não és tu o Deus que...?

Ah! Senhor, Deus de nossos pais, porventura não és tu Deus nos céus? 2 Cronicas 20.6

Minha família estava enfrentado um difícil situação de mudança de vida quando nos reunimos ao redor da mesa para orar. Começamos lendo sobre o tempo em que o rei Josafé foi confrontado por um terrível inimigo e parecia não haver forma de escapar. Em sua oração, o rei colocou a questão: Porventura não és tu Deus nos céus"? Ao refleti sobre essa pergunta, senti-me levado a iniciar nossa oração dizendo: "Porventura não és tu Deus cuja fidelidade te cerca?" Salmo 89.8

Em seguida, minha nora orou: "Porventura não és tu Deus que selou as bocas dos leões e poupou a vida de Daniel? Daniel 6. Meu filho acrescentou: "Porventura não és tu Deus que alimentou cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes?" Mateus 14-13-21. Nossa fé foi revitalizada e continuamos ao redor da mesa, enquanto cada membro da família recitava exemplos bíblicos da intervenção de Deus na vida das pessoas. Ficamos tomados de paz.

Quando minha famílias e eu recordamos esse tempo difícil, sabemos que Deus esteve conosco. Em resposta a pergunta "Porventura não és Deus que...?", todos nos concordamos de todo o coração: Sim, esse é o nosso Deus!


Deus é sempre fiel para conosco.

Vamos orar pelos que enfrentam situações difíceis.

terça-feira, 8 de julho de 2008

O toque humano

Jesus se dirigiu a seus discípulos: A seara na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Mateus 9.37-38

Minha horta precisava ser capinada. Recentemente, comprei uma ferramenta que prometia facilitar essa tarefa. No início, fiquei encantado, porque não tinha de me curvar muito. Mas, ao trabalhar muito perto das plantas com minha nova ferramenta, acidentalmente cortei algumas. Outras vezes, até precisei tirar minhas luvas.

Essa experiência fez-me lembrar de nosso trabalho na igreja. Sempre parece haver algum novo programa para lidar com diversas situações. Mas isso não substitui nosso envolvimento pessoal. Caso contrário, as vezes podemos nos esquecer de que estarmos servindo a pessoas e não a situações; as pessoas precisam de um toque humano e de uma palavra amável. As pessoas necessitadas querem se sentir valorizadas e saber que não são apenas mais um numero.


Ainda uso minha ferramentas para arrancar algumas ervas daninhas, mas, quando elas estão muito próximas ás plantas, fico satisfeito em poder sujar minhas mãos.


As pessoas apenas precisam de um toque humano, não apenas de um programa dou de uma politica de ação.


Vamos orar para que possamos retirar as ervas daninhas de nossas vidas.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Aniversariantes da semana

Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas, dando-lhes sempre algum significado a tudo que Deus tenha dado.


A família Metodista parabeniza os aniversariantes desejando a todos, paz, alegria e amor em Cristo Jesus.

07 de Julho – Segunda-Feira

Cláudio Frezze

08 de Julho – Terça-Feira

Jéssica Aparecida de Oliveira

10 de Julho – Quinta-Feira

Ana Maria Romera Carrasco

Edson Nogueira de Souza

11 de Julho – Sexta-Feira

Alzira Tomás de Araújo

12 de Julho - Sábado

Igor Felipe Comar Gresczysczyn

Jander Sante

Gisele Giocondo

Marcos Rodrigo Mendonça

13 de Julho - Domingo

Alexandre Keite Yasuda

Ana Carolina

Poliana Dias

Orientação

Andamos por fé, e não pelo que vemos. 2 Corintios 5.7
Minha amiga tem sofrido muitos problemas com sua visão. Uma vez, no hospital, ela aprendeu uma lição valiosa sobre confiança em Deus. Depois de uma cirurgia, colocaram-lhe protetores nos olhos. Totalmente cega, ela, de bom grado, confiou por completo nas enfermeiras para serem seus olhos e fazerem tudo por ela.


No entanto, tão logo um dos protetores foi removido e ala adquiriu um pouco de visão, quis fazer as coisas por si mesma. Por não conseguir enxergar muito bem, muitas vezes se frustrava e tinha, finalmente, que desistir e pedir ajuda.


Ela contou-me que logo compreendeu que a maioria de nós se arrasta pela vida de maneira muito semelhante. Quando tentamos lidar com problemas, nossa capacidade são limitada, mas, porque conseguimos enxergar um pouquinho, esforçamos-nos para encontrar nosso próprio caminho. Porém, Deus, que tudo vê e é todo poderoso, conhece o caminho. Ele anseia por nos tomar pela mão e nos conduzir suavemente através de tempos difíceis.


Deus vê a estrada adiante e quer nos orientar.

Vamos orar pelos que estão enfrentando a cegueira.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Aplicação seletiva da lei

Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. Salmo 119.11

Um dia, enquanto ia de ônibus para o trabalho, o motorista bloqueou um outro ônibus ao fechar um cruzamento para apanhar passageiros. Aparentemente, ele se amparava na lei de trânsito que proíbe um veículo de se chocar contra outras por trás, mas esquecia-se da lei que proíbe um veículo de obstruir o tráfego.

Ocorreu-me que muitos de nós nos sentimos muito a vontade para aplicar a lei quando ela nos favorece e desrespeita-la quando não nos convém. Fiz outra comparação: muitas vezes, apontamos um dedo de acusação a irmãos e irmãs quando estão do lado errado da lei, mas pedimos misericórdia quando nós estamos no caminho oposto. Permanecemos cegos aos nossos erros, mesmo quando apontamos os erros alheios.

Todos nós somos suscetíveis a tentação. No entanto, podemos superar a fraqueza guardando a lei de Deus em nossos corações de forma que ela aja como uma lâmpada para nossos pés e luz para nossos caminhos. (Sl 119.105). A luz de Deus nos mostrará quando vemos os erros dos outros e permanecemos cegos aos nossos próprios pecados. Quando percebemos nossos erros, podemos deixar de ser críticos e mostrar compaixão para com os outros, enquanto procuramos conduzi-los a Deus.


Hoje serei mais paciente com as pessoas.

Vamos orar pelas pessoas que sofrem de irritação no transito.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ser embaixador

[Deus] pôs em nós a palavra da reconciliação.

De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo.

- 2 Coríntios 5:19-20


Depois de visitar um lar para os sem-abrigo, um grupo de adolescentes não esperou para expressar o que tinha experimentado. Excitados, escreveram sobre as visitas que fizeram a homens e mulheres, pobres e necessitados, de todas as idades.

Uma adolescente escreveu: "Eu falei com um veterano do Vietname e disse-lhe que no céu ele teria um corpo novo. Pude fortalecer assim a sua fé."
Outro relatou: "Um sujeito chamado Michael demonstrou-me que embora estivesse a morar num lar para os sem-abrigo, ter fé fazia toda a diferença."
Um outro escreveu: "Eu falei com um homem que tinha quase deixado de crer em Deus. E tentei [encorajá-lo na sua fé]."

Ao desejar comunicar a mensagem da reconciliação de Deus, estes adolescentes ficaram surpreendidos ao verificar que algumas das pessoas já conheciam Deus. Eliminando o desconforto das suas diferenças, os jovens descobriram pessoas que precisavam de restabelecer a confiança de que Deus ainda cuida delas. Os papéis dos adolescentes variaram desde comunicar as boas novas até conduzir os seus novos amigos a uma fé mais profunda.

Sermos "embaixadores da parte de Cristo" (2 Co 5:20) abre portas à oportunidade tanto de comunicarmos o Evangelho como de fortalecermos os que fraquejam. Procura hoje alguém que precise de encorajamento ou da "palavra da reconciliação" (v.19). - Dave Branon

UMA PALAVRA DE ENCORAJAMENTO PODE FAZER

A DIFERENÇA ENTRE O DESISTIR E O CONTINUAR.

Ser Amado

“Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que Nele crer, [crendo nisso] não morra, mas tenha a vida eterna”. João 3.16


Você já deve ter ouvido falar, pelo menos uma vez na vida (espero), sobre como a Graça de Deus vai além da nossa compreensão. E é verdade. Afinal, a Graça é reflexo da natureza divina. Uma das coisas mais difíceis de aceitar (eu pelo menos acho) ou de tentar entender, é o quanto Deus nos ama. Afinal, como pode, Ele sendo quem é, querer investir Seu amor em uma pessoa como eu? Loucura.

Pra ser totalmente transparente, raras vezes eu consigo aceitar a Deus como Ele é (na porcentagem que eu consigo digerir Dele). A Sua perfeição me constrange, Seu amor incondicional parece ser bom demais pra ser verdade. Sua misericórdia me desmonta. Eu, enlouquecido com esses fatos, caio no erro de tentar confundí-Lo comigo mesmo. Tento justificar e convencê-Lo de que Ele não é um ‘bom Deus’ por me amar. Ele deveria agir diferente com relação a mim! O meu conceito de ‘bom Deus’ seria um Deus que, de tão santo e puro que é já teria me eletrocutado com um raio faz tempo. Afinal, ninguém em sã consciência investiria tanto tempo, cuidado, atenção, preocupação e disciplina, conhecendo como eu sou por dentro e vendo as minhas atitudes supérfluas… e o mais grave, insistiria em me amar. O meu ‘bom Deus’ (à minha imagem e semelhança) exigiria uma vida impecável, e mesmo assim, me garantiria o inferno como recompensa. Mas esse Deus é o oposto disso.


Quando eu tento substituir esse Deus verdadeiro pelo meu, a imagem da Cruz me acusa de uma forma libertadora: Que audácia a minha tentar comparar Jesus comigo mesmo! Dizer que o que o modo como o Pai me enxerga é semelhante ao meu e ao dos outros. Eu não posso usar o meu pecado ou minha natureza imunda pra tentar justificar a minha não-aceitação da Graça, afinal, graça é justamente receber aquilo que você não merece. O meu pecado não é uma forma de castigo… em Jesus, o meu pecado é apenas a maneira de evidenciar a minha necessidade do Seu sacrifício.

É difícil assimilar e, mais ainda, aceitar isso. Às vezes, como cristão, eu gasto tanto tempo, energia, concentração, suor e lágrimas pra transformar a minha sujeira em neve, que não percebo que a maior prova de amor que eu posso oferecer ao Deus verdadeiro seria simplesmente aceitar Suas expressões de amor diárias (e a maior que foi na Cruz) por mim.


Aceitar a graça é difícil. Ainda mais pensando que eu sou a pessoa errada a quem Deus deveria amar. Mas, felizmente, por mais que eu “tenha razão” quanto à minha indignidade, A Bíblia tem a Palavra final. Como está escrito em Romanos 8.35-39:


“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou nudez, ou o perigo, ou a espada? (…) Mas em todas estas coisas, somos mais que vencedores. Por Aquele que nos amou (incrível, né?). Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem profundidade, nem alguma criatura [nem você ou a sua multidão de pecados] nos poderá separar do amor de Deus, que está em Jesus Cristo, nosso Senhor”.


É. Não tem nem o que discutir.

Que assim seja, porque assim é.