terça-feira, 29 de julho de 2008

Coisas que Fazem Mal Quando Você Faz Bem

Coisas que Fazem Mal Quando Você Faz Bem As afirmações abaixo são verdadeiras.


Se você gosta de evitar fazer o mal, não leia. Caso você deseje fazer o mal, leia. Se você é bom, leia com atenção. Pode ser que você mude de idéia acerca de você mesmo. Havendo dúvida, leia assim mesmo. Havendo certeza, não perca seu tempo. Leia outra coisa. Não havendo nada para fazer, faça o bem. Se você não sabe o que é bom, olhe no espelho, abra a janela, beba água, ande, coma, beba, ame e não se sinta culpado por gostar dessas banalidades. Faz bem! Preparado? Não fique demais. Não há nada maravilhoso e nem tampouco novo sendo escrito aqui. Leia então!

1. É mal fazer o bem para todo aquele que é mau. Ele o odiará pela maldade de seu bem.

2. É mal pensar o bem acerca de quem só concebe o mal. Ele usará você sem escrúpulos.

3. É mal desejar que o Bem aconteça a quem o inveje por você ser bom. Ele o julgará superior e o invejará com todo ódio.

4. É mal realizar o bem a quem tem complexo de inferioridade em relação a você. Ele crerá que você o está humilhando.

5. É mal não fazer nada de mal a quem só deseja o mal a você. Ele não agüentará a sua não resposta às provocações.

6. É mal ajudar o covarde quando está em desvantagem. Ele pensará que você é cúmplice.

7. É mal fazer o bem aos que tudo vêem como impuro. Sua bondade será interpretada como frouxidão.

8. É mal fazer o bem aos que o adulam. Eles pensarão que sua bondade é pagamento e tentarão ampliar os negócios com sua alma.

9. É mal fazer o bem a quem não ama. Ele nunca acreditará em você.

10. É mal fazer o bem a quem cobiça. Ele desejará seu bem a serviço dos interesses dele.

Bem, já que é assim, dê uma surra de bondade no mundo! Transgrida esses princípios sempre. Será para o seu Bem. Espero que você seja incorrigível. Graças a Deus!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O dia em que o Sol parou

Cientistas da NASA, a agência espacial norte-americana, no início da década de 80, em Green Belt, Maryland, dedicaram-se a uma exaustiva pesquisa, com o uso dos mais modernos recursos da Informática, para estabelecer a posição exata do Sol, da Lua e dos diversos planetas do nosso sistema solar durante o milênio.

Harold Hill, presidente da companhia de engenharia Curtis, com sede na cidade de Baltimore, também em Maryland, relata sua experiência no cargo de consultor do programa espacial daquele período:

“Precisamos desses dados para que satélites possam ser lançados ao espaço para missões de exploração de novos corpos celestes sem que entrem em rota de colisão com qualquer um deles. Como pretendemos construir foguetes não-tripulados com autonomia para muitas e muitas décadas no espaço, precisamos traçar sua trajetória com precisão para que as gerações futuras venham a receber e analisar os dados enviados por eles. Nós e os cientistas da NASA, descobrimos que falta um dia no calendário universal. Envolvido nesta pesquisa, pude presenciar uma descoberta fantástica: falta um dia na história do universo!”

Eis como tudo aconteceu: Os engenheiros da NASA colocaram os dados no computador para que ele determinasse a exata posição dos astros, tanto no passado quanto no futuro, e então surgiu um impasse. O computador subtamente interrompeu o programa e mostrou na tela um aviso de que havia algo errado nos números que lhe serviram de base para os cálculos.

Entretanto, havia entre eles um evangélico que falou sobre a história de Josué. Os engenheiros da IBM foram imediatamente chamados para verificação de um possível defeito e, após um cuidadoso exame de toda a rede de informática, garantiram que estava tudo em ordem. Foi então, que esse membro evangélico que fazia parte da equipe, lembrou-se de que Josué, segundo os textos sagrados, certa ocasião ordenara ao Sol que parasse e contou o episódio aos seus colegas. Ninguém acreditou, a princípio, pois todos os outros cientistas eram acostumados a fatos concretos. Assim, eles o desafiaram a provar o que dizia. O cientista, ao ser desafiado, pegou a Bíblia e mostrou Josué 10:12 “Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse, na presença dos israelitas: Sol, detém-te sobre Gibeom, e tu, lua, no vale de Aijalom”. Explicou-lhes que Josué se encontrava rodeado por inimigos e se a noite caísse, eles poderiam sobrepujá-lo. Pediu, portanto, a Deus que o Sol parasse, e assim aconteceu, o Sol não se pôs o dia todo.

Depois destas explicações, resolveram colocar esses novos dados nos computadores para ver se era realmente o dia que faltava e, voltando no tempo, achamos uma resposta aproximada. O período que faltava no tempo por causa do pedido de Josué era de 23 horas e 20 minutos; não era, portanto, um dia inteiro, conforme garantiam os computadores da NASA. Com esse resultado, os cientistas voltaram ao livro de Josué e acharam o capítulo 10 v.13: “E o Sol se deteve, e a Lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos… O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro”. Bem, o texto bíblico confirmava que não era exatamente um dia inteiro e esse achado foi muito importante, mas ainda assim continuavam em dificuldades, porque faltavam 40 minutos, e não é possível realizar cálculos para séculos futuros com um erro desse tipo.

Após algum tempo, aquele cientista evangélico se lembrou de outra passagem bíblica que mencionava outro episódio a respeito do sol. Dessa vez o astro maior teria regredido no tempo. Todos ficaram atônitos… absolutamente mudos! Novamente o primeiro impulso foi de descrédito, porém, utilizando-se de um programa específico para consultas bíblicas, chegaram ao seguinte texto: II Reis 20: 8 à 11 ? “Ezequias disse a Isaías: Qual será o sinal de que o Senhor me curará, e de que ao terceiro dia subirei à casa do Senhor? Respondeu Isaías: Ser-te-á isto da parte do Senhor como sinal de que Ele cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus, ou os retrocederá? Então disse Ezequias: É facil que a sombra adiante dez graus; tal, porém, não aconteça, antes retroceda dez graus. Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz”.

Ficaram todos quietos naquele momento. A incredulidade por causa daquilo que é concreto foi fulminada pelas palavras de um livro milenar, muitas vezes ignorado. Dez graus são exatamente 40 minutos que, somados às 23 horas e 20 minutos do tempo utilizado por Josué, formam precisamente as 24 horas (um dia) faltantes em nossos cálculos.

(Texto extraído de depoimento do Dr. Harold Hill e adaptado pela Revista Plenitude nº13- enviado por Paulo Henrique Vieira)

Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas


Há não muito tempo atrás foi lançado um livro cujo titulo levantava a questão de por que coisas ruins acontecem a pessoas boas. Dei apenas uma olhadela no livro. Francamente não me interessou por uma simples razão de ordem invertida. Para mim a grande surpresa, num mundo caído, ou seja: marcado pelo pecado e existindo em caoticidade, é justamente o oposto: por que ainda acontecem tantas coisas boas com gente de todo tipo? A questão proposta no livro é plausível apenas para quem não vê a vida com realismo bíblico. Para demoliu com apenas uma pergunta: Por que Coisas Boas Acontecem Ainda a Nós?

Esse mundo jaz no maligno e seus habitantes “conscientes de si”, os humanos, são a grande praga e maior razão de morte no próprio planeta.

A leitura da Bíblia nos chama desde o início para essa cruenta realidade da existência. Depois de Gênesis 3 acabam-se as leituras fabulosas sobre a condição humana. A seqüência inteira nos esmaga: Caim mata Abel, os poderosos começam a determinar o destino dos demais, instrumentos cortantes são inventados, a maldade se espalha pela terra, o Dilúvio cai sobre a humanidade! O que se segue é igualmente marcado pela dor. Ser Abraão só é romântico para quem não tem que experimentar o que o patriarca experimentou. O mesmo se pode dizer de praticamente todos os personagens bíblicos.

Os livros de sabedoria, Jó, Salmos, Provérbios e Eclesiastes, não abrem espaço para que nenhuma idéia de que a benção de Deus impede a calamidade. Tudo acontece a todos! O que resta é saber o que cada um faz com o mal ou com o bem. Assim, há males que produzem bem, no ser. E há bens que introduzem o mal, também no ser. Jesus foi absolutamente claro acerca desta questão:

1. A calamidade sobre alguns deveria convocar a todos ao arrependimento, como no caso dos galieus mortos!

2. Nós somos maus, apesar de às vezes fazermos coisas boas a quem amamos--os filhos!

3. O tratamento “bom”, como qualificação, somente cabe em relação a Deus--como no encontro com o jovem rico!

4. Até o mau congênito pode se tornar algo bom, para a gloria de Deus, como no caso do cego de nascença! A lista poderia ser interminável! O restante da revelação insiste na mesma ênfase. O Apocalipse nos leva trêmulo pela mão pelas veredas sombrias e angustiantes do “futuro”.

Portanto, a surpresa é o bem e o bom ainda nos alcançarem na terra.

Talvez seja pela ausência dessa consciência que nos sentimos abandonados por Deus quando a calamidade muda o endereço da porta do vizinho para a nossa. Mas quem tem essa consciência e ama a Deus na realidade da vida, não se assusta mais; e nunca se vê abandonado por Deus porque dói. Dói mesmo! Mas e daí? No mundo tereis aflições... E elas podem vir com caras as mais diversas.

A recomendação é bom ânimo. Jesus venceu o mundo, mas fez isso passando pelo sofrimento.

A galeria dos homens e mulheres de e da fé em Hebreus 11, nos põe cara a cara com os esmagadores fatos da existência. Entretanto, adverte que sem fé é impossível agradar a Deus. Tudo pode acontecer a todos! Mas a fé não é de todos! Se você tem fé apesar de tudo, agradeça. O que de melhor pode acontecer a um ser humano na terra aconteceu a você.

Afinal, você crê. E sem fé é impossível agradar a Deus! Então, felicidades! Bem-aventurados os humildes, os que choram os mansos, os famintos de justiça, os perseguidos e os que se ocupam de lutar pela mais perdida de todas as causas da terra: promover a paz! O segredo de tudo é a gratidão. E a gratidão só surge quando as “perdas da terra” são consideradas por nós como adubo para o ser! Tudo depende de onde está o seu tesouro!

E o sol parou!

Um homem com o mesmo sentimento de cada um de nós orou e o sol parou para que o Exército de Deus fosse vitorioso.

Hoje dizemos que o dom de maravilhas realiza prodígio como esses na vida dos filhos de Deus. Foi um ato necessário que exaltou o poder e a gloria de Deus entre as nações.

Tenho acreditado que Deus quer nos usar com poder e maravilhas, principalmente para que os incrédulos, os de coração endurecido possam contemplar as maravilhas de Deus e convertam-se dos seus maus caminhos.

Acredito que Deus tem desafiado você e a mim para sermos instrumentos desse poder, É necessário que creia... juntamente com os seus queridos, e esteja disposto e a mercê da ordem de Deus.

É possível que você ainda não tenha visto o que Deus pode fazer através de um coração que crê. Poder, Gloria, Libertação e Salvação estarão presentes no seu dia dia.

Coloque-se nas mãos de Deus, em temor e orações em jejum e com espírito voluntário e seja bençãos na vida de sua família e daqueles que o cercam.

Ore, Pai de poder e Maravilhas, manifesta na minha família e através de nós a tua obra poderosa para que muitas vidas sejam salvas para o louvor de tua glória. Amem

sábado, 26 de julho de 2008

Mesa Posta

A família reunida ao redor da mesa é o "clichê" ou um "flash" da família de Deus, no grande banquete que o Pai dará a seus filhos no céu.

Quando todos os membros da família se reúnem para as refeições, muitas coisas boas acontecem, cada um tem seu lugar à mesa; todos são "alguém" naquele lar; todos são diferentes e assim mesmo são amados, a rotina diária da alimentação firma o espaço por cada um, transforma o indivíduo numa pessoa; ele é alguém que tem seu jeito de ser, pensar e agir de acordo com os limites impostos pela cultura familiar, ele desenvolve e firma sua personalidade dentro do "útero do lar."

Como falamos, quando os membros da família se reúnem para as refeições muitas coisas acontecem...

Imagine essa cena familiar...

A mesa coberta por uma toalha, pratos e talheres dispostos em ordem e funcionalidade, a comida simples ou quiçá refinada (isso não é o maior detalhe!) fumegando sobre a mesa; com toda certeza se essa família tiver uma mulher que ame a disciplina e a instrução, todos já lavaram as mãos, até o papai, afinal seu terreno de guerra e de benção é o coração dos filhos, esposa e o lar. Mantenha o cenário na cabeça de vocês. O pai chama os filhos com a voz e o olhar, encurvando a cabeça, agradece o alimento ao grande agricultor que os provêm, o Pai celeste já preparou de antemão durante meses, no seio da terra, a provisão para aquele dia.

A verdade é que pai sábio (não sabido) vê nessa hora a grande oportunidade de ensinar com prudência e carinho as veredas da retidão; a mesa é o seu púlpito, ele, nesse lugar, não é apenas o sacerdote, mas o profeta. Provavelmente sua esposa e filhos já o honraram fazendo-o sentar no lugar especial, que compete ao chefe da família.

A verdade também é que a mesa é sagrada no recinto do seu lar... É a pequena igreja de Cristo reunida e o seu nome é Santo naquele espaço, nas conversas, nas atitudes.

Com certeza também é verdade que a mesa nessa hora é lugar de descanso; todos relaxam ao sentarem-se nela, olhos agradecidos e expectantes se deleitam no que vêem; o paladar se revela em estalos e sons... Hum!Ah!

Não vou negar, é verdade que a mesa é também lugar de partilhar; meus oito filhos, treinaram e aprenderam, quando crianças, que o último bife ou pedaço de torta seria repartido em oito pedaços; alguns mais generosos poderiam dar o presente do seu pedaço a quem quisesse, que geralmente era para o caçula. Ah! Sempre o menor!

O refrigerante (aos Domingos e Festas!) era oportunidade para o exercício de matemática do amor e da justiça. As crianças alternavam-se na tarefa de repartir em partes iguais para a mãe, a tia vovó (do pai) que morava com a família e as oito crianças. Havia uma regra: quem dividia era o último a escolher... Não havia perigo de alguém tomar mais refrigerante que o outro, se existe lugar que as crianças ficam atentas é à mesa; o livro apócrifo, o Eclesiástico, diz que a mão não deve chegar à mesa antes que os olhos.

É bom incutir em vossas crianças que repartir a comida é repartir a vida: a porção que pode me sustentar hoje e amanhã eu posso dividir com você, assim hoje comemos eu e você; amanhã Deus proverá. Não só repartir a comida, usar também os sonhos, projetos, idéias...

Posso afirmar que a mesa também é uma academia?

Sim! De exercícios espirituais, você exercita a paciência (espera para servir), o domínio próprio, (adolescente quando está com fome morde até a perna da mesa!), a prudência (cuidado para não ferir o outro com palavras), o amor, a coragem...

Coragem? Sim! A coragem de enfiar goela abaixo o espinafre, o jiló ou a dobradinha!... Reconhecer valores, elogiar principalmente a mamãe que fez o almoço para todos e ainda vai lavar a louça... E do pai, que com seu trabalho sustenta o batalhão.

Esses e outros exercícios para que servem? Para chegar ao "podium"? Não, esses exercícios são para que se aprenda a ser servo, para seguir a paz com todos e para obter a satisfação, sem a qual ninguém verá a Deus.

Coisas simples da vida, momentos de felicidade, a mesa, o pai, a mãe, os filhos... A comida cheirosa... O clima de paz e de festa, na segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado: todo dia é domingo! Quantas pessoas não se apercebem disso e não dão valor...

Um professor universitário, doutorado em filosofia, ao ser questionado em entrevista na TV sobre sua melhor lembrança na vida, respondeu: "A comida da minha mãe".

As cidades de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, batem o recorde do mais alto percentual de longevidade do país. Sua população agrícola vai ao campo para o trabalho, faz sua refeição na metade do dia, volta para o campo e a noite "janta", como dizem os descendentes dos imigrantes italianos, é uma festa diária. A mesa é simples, trabalho simples, o vinho e o queijo são feitos por eles e a comida farta... Junto com a alegria de descansar de um dia estafante, "a janta" dura duas horas. Eles comem, se alegram, conversam... E conversam... E conversam... E cantam... Eles têm tempo para eles, para discutir futebol, evocar velhas lembranças, histórias da infância, novidades políticas, econômicas, etc... Tudo ao redor da mesa, pais... Filhos... Netos... Vida simples, de felicidade, feijão, arroz, couve de quintal, ovo frito, lingüiça, uma carne de gado, o pão caseiro... A felicidade não é meta, é gozar a vida, seus bons momentos com a mulher da mocidade e os rebentos ao redor da mesa... Que boa coisa é!

O futuro? É agora, claro!

Temer ao Senhor, obedecer e crer. E o resto? Perguntaria alguém. Bem, o resto (bens materiais, propriedade, etc) nos será acrescentado e isso não posso duvidar porque o Senhor da terra e céu nos afirmou em Mateus 6:33.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Voce pode Servir a Dois... ?


Jesus disse em Mateus 6: 24 que ninguém pode servir a dois senhores.

A aplicação imediata recai sobre as riquezas e seu poder espiritual de demandar amor total, ou seja: faz-se tudo por ele quando se o ama. “Não podeis servir a Deus e as riquezas”, é o veredicto final.

Nos nossos dias alguém riria disso. Há empresas que receberam de modo terceirizado o serviço que lhes foi transferido e, muitas vezes, dão conta do recado de servirem muitas organizações diferentes. Mas nesse caso, ainda assim, estão servindo a um único senhor: o lucro. No entanto, se algum “senhor” pagar mais e melhor, os demais experimentarão descaso, desprezo e rejeição.

Na terminologia dos negócios, perderão a prioridade. A relação custo-benefício já não justifica o serviço. O que me chama atenção no que Jesus disse, entre tantas coisas, é a equivalência espiritual que Ele estabeleceu entre o amor a Deus e ao dinheiro. Dinheiro é ótimo. Quem não gosta de tê-lo com fartura? O problema é que o dinheiro é uma potestade espiritual. Ele tem alma, a nossa. Tem espírito, a segurança. E possui todo aquele que pensa possuí-lo.

Uma vez que o dinheiro seja “possuído”, na mesma hora torna-se senhor daquele que o possui. Geralmente o dinheiro se instala como senhor supremo no coração daquele que faz qualquer negócio por ele. Quando se vê alguém que gosta de dinheiro, mas que se nega a ganha-lo de qualquer modo, pode-se ter certeza que tal pessoa ainda não está “possessa” por tal espírito. Há também aqueles que gostam de dinheiro, quem não gosta? Mas que negam-se a ganha-lo fora daquilo que gostam de realizar. Nesse caso, estamos assistindo ainda a prevalência do ideal sobre o pragmatismo do poder que o dinheiro oferece. É o caso do pintor que se nega a viver de qualquer renda que não seja aquela gerada pelo ofício que lhe dá prazer. E há ainda aqueles que podem até deixar de fazer o que amam a fim de ganhar algum dinheiro, para logo depois abandonarem o que lhes deu aquele recurso, a fim de poderem voltar a ganhar somente com aquilo que sabem ter vocação para realizar. E a lista poderia crescer muito. Mas aqui já ilustro algumas diferenciações entre as diversas formas de relação inevitável com o dinheiro. O dinheiro, além de ser uma potestade, também se oferece como amante ou como um ser disponível para a conjugalidade. Só que a relação com ele sempre implicará em escravidão,isto no caso de nos apaixonarmos por ele. “Servir a dois senhores”, diz tudo. Ao dinheiro, serve-se. E serve-se a ele como se faz a um senhor. Ele passa a determinar tudo na vida: amizades, amores, escolhas, atitudes, entregas e, sobretudo, fidelidade.

Muita gente só tem fidelidade ao dinheiro. Afinal, o dinheiro não conhece ideologia, pátria, religião e desconhece a existência do próximo,por isto, quem o ama, poder fazer qualquer negócio. Não se trai ao dinheiro, se faz por dinheiro. Quando o dinheiro é o senhor, o resto do mundo perde o valor em si.

Bem, de fato não comecei a escrever isto para falar de dinheiro, mas tinha que falar em dinheiro a fim de ilustrar o que desejo dizer. Na realidade o que desejo é refletir com você sobre o fato que não podemos servir a dois...nunca. Pode-se servir quantitativamente a dois, se nossa fidelidade qualitativa for ao dinheiro ou a Deus. Quem ama a Deus amará a muitos por amor a Deus. Quem ama o dinheiro servir-se-á de muitos para agradar a si mesmo, ganhando dinheiro.

Em ambos os casos o amor ao “senhor” é transcendente ao serviço ao imediato. Se, todavia, houver equivalência, um dos dois servidos haverá de ser desprezado. Agora a questão? Pode um homem ou uma mulher amar a duas pessoas a um só tempo? Minha convicção é que não! Pode-se amar com muitas formas diferentes de amor a muita gente, incluindo mulheres. E, para tanto, não há limites no coração. Cabe muito amor no ser humano, mais do que se pode imaginar. Todavia, quando a demanda de amor é da mesma qualidade, então creio que se pode viver em dois tipos de poligamia relacional: a fraterna com abundância de amigos e amigas, a paternal ou maternal com abundância de filhos e pode-se ama-los todos, de igual modo e com a mesma entrega, no caso de filhos. Mas no caso de amigos as gradações logo se estabelecem.

Quando se chega à conjugalidade entre homem e mulher, eu diria o seguinte: Um homem e o homem muito mais que a mulher pode amar a duas mulheres, porém, as duas não terão o mesmo significado de amor e nem receberão a mesma qualidade de amor jamais. Jacó sempre amará mais a Raquel que a Lia. E Elcana sempre amará mais a Ana que a Penina! As relações bígamos ou polígamas não são nunca vínculos de igual natureza. O ser bígamo ou polígamo jamais tentará amar a duas ou três pessoas do mesmo modo, do contrário, enlouquecerá. Ninguém também pode servir a dois amores.

Se houver tentativa de equivalência o resultado será hostilidade, repulsa e desprezo. Daí as sociedades que praticam a pluralidade dos vínculos conjugais não serem na prática tão valorizadoras da paixão. Gente que se apaixona sabe que essa qualidade de amor não compartilha e nem de deixa compartilhar, mesmo quando está vivendo sob dois tetos diferentes. Alguém em algum lugar conhecerá o seu desprezo. Ora, aqui não estou tentando dizer a ninguém o que fazer. Em outras palavras: à semelhança do dinheiro, toda paixão demanda exclusividade. Se é assim, somente o amor de Deus pode nos salvar desses senhores que passeiam pelo coração.

Confiança em Deus

Entrega teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais, Ele fará. Salmo 37.5

Há 80 anos sou membro, ativa, da comunidade metodista de minha cidade. Quanto completei 87 anos de vida, sofri uma queda em casa e fraturei meu fêmur. Na opinião dos médicos, minha idade naõ permitia que eu passasse por uma cirurgia complicada, como a que teria que ser feita. Orei muito, no que fui acompanhada pelos irmãos de minha igreja. Fui para Montevideu, no vizinho Uruguai, com poucas dores e com situação diferente da prescrita pelos que me acompanhavam. Hoje tenho certeza que Deus me curou. Agora com 91 anos, não me omito em dar meu testemunha de fé e confiança neste Deus maravilhoso a quem agradeço diariamente as bênçãos recebidas.

Nossa família faz a leitura diário do devocional diário. Agora somos eu e minha filha, Gláucia, já que meu esposo, Leonel, já esta com Deus. O meu viver cotidiano faz que eu afirme que "confiando no Senhor" não existe obstáculos intransponíveis".

Que a nossa vida seja uma luz para o mundo.

Vamos orar pelas pessoas que ainda não confiam em Deus.