quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Volta ao lar celestial


 

Aquele que me ama será amado por meu Pai. João 14.21

   Uma sensação de náusea no estômago, a boca seca e as mãos suadas evidenciavam meu nervosismo quando o carro do meu namorado se aproximou da casa. Ele me levava para conhecer seus pais, e eu não tinha certeza de como seria recebida. Receava não ser a nora que eles esperavam, a esposa que eles sabiam que seu filho merecia. A presença dele ao meu lado representava minha esperança de que sua família me amasse apenas porque ele amava.

   Antes mesmo que eu abrisse a porta do carro, o pai de Jim já estava na calçada, esperando por nós. Meus temores logo se acalmaram diante do grande sorriso em seu rosto, seu beijo em minha bochecha e o conforto de seu abraço. Fui aceita com base no meu relacionamento com seu filho.

   Muitos de nós nos preocupamos com a recepção que teremos ao chegar à porta de Deus. Sabemos que não somos bons o bastante para estar lá. Somos indignos de estar na presença de Deus. Mas não estaremos ali sozinhos. Nossa recepção às portas do céu depende apenas do nosso relacionamento com Seu Filho, Jesus Cristo. Posso ficar descansada. A maravilhosa acolhida que recebi de meu sogro é apenas uma antecipação do que receberei, algum dia, de meu Pai que está no céu. Afinal de contas, Deus enviou Seu filho para me trazer para casa.

Quem ama o Filho de Deus terá dEle uma alegre recepção.

Oremos pelos noivos e noivas.

Leia João 14.1-7*

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Deus conosco na adversidade

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Salmo 46.1

Recentemente, minha família se mudou de um apartamento para uma residência, cujo quintal nosso filho, Natan, de cinco anos, aproveita para brincar. Por agora morarmos numa casa, adquirimos um cão de guarda. O cachorro é grande, com latido forte e cara de bravo, causando medo nas pessoas estranhas. Contudo, ele é brincalhão e gosta de pular e correr. Certo dia, estávamos no quintal, aproveitando a noite. Meu filho começou a brincar com o cachorro; porém, toda vez que o animalzinho se aproximava, Natan corria para perto de mim, como se buscasse proteção e segurança. Em muitas situações, nos sentimos ameaçados por circunstâncias adversas ou por dificuldades da vida. Como reagimos nesses momentos? Às vezes, vejo à minha volta pessoas que, nessas circunstâncias, somem da igreja, fogem da comunhão dos irmãos e até se afastam de Deus. Precisamos nos espelhar no comportamento das crianças. Quando sentem o perigo, buscam ajuda de alguém que crêem ser mais fortes. Portanto, quando enfrentarmos dificuldades, devemos nos aproximar mais de Deus, da igreja e dos irmãos, para nos fortalecermos, para dividirmos nosso sofrimento. Todo tempo é tempo de estarmos próximos de Deus, porém, nos momentos difíceis, devemos nos agarrar nos braços do Pai e pedir colo e proteção.

Mesmo nos momentos mais difíceis, Deus é nossa proteção.

Oremos pelas pessoas que se distanciam de Deus durante as tribulações.

Leia o Salmo 46

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Eternamente

Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Salmo 22.1

Vivo numa região de clima nórdico, onde os dias de inverno são curtos e gélidos. As árvores secas e sem folhas parecem aprofundar a sensação de aridez. Essa estação me faz lembrar de um tempo em que as dificuldades eram grandes. Eu estava sem trabalho e tinha de concorrer com vários outros candidatos por cada emprego que surgisse. Qualquer dinheiro que houvesse era gasto muito rapidamente. Amigos me ofereciam palavras de encorajamento, mas bem poucos me davam apoio concreto. Antes que eu me desse conta, a aridez da depressão e o desânimo tomaram conta de minha vida. Sobreviver tornou-se um objetivo diário, e minha vontade de viver diminuía com o passar das horas do dia. Uma escuridão parecia tomar conta de mim. Tendo servido ao Senhor por anos, achei essa situação assustadora e me voltei para a oração e para as Escrituras em busca de força. No Salmo 22, encontrei palavras que refletiam meus sentimentos. Sentindo-me abandonado, como o salmista, clamei a Deus. Por meio da oração e da leitura bíblica, encontrei a certeza de que Deus estava comigo. A presença fiel do Senhor me fortaleceu durante aquela experiência desanimadora. A depressão não passou imediatamente. Minha situação não melhorou instantaneamente. Porém, a fidelidade de Deus serviu de exemplo para minha própria fidelidade. Aos poucos, cada dia, fui ganhando confiança de que o nosso Senhor me guiaria a novos caminhos de serviço.

Porque Deus é fiel, posso ser fiel.

Oremos pelas pessoas que estão lutando contra a depressão.

Leia o Salmo 17

sábado, 27 de dezembro de 2008

Minha prioridade

Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça,e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6.33

Sempre fui perfeccionista no que diz respeito ao meu trabalho. Todos os dias, elaboro uma lista de coisas a fazer e tento completar as tarefas constantes dela. Num dia em particular, parecia que tudo que pudesse dar errado assim ocorria. Recebi e-mails e telefonemas de clientes que exigiam minha atenção. Isso sem mencionar os muitos problemas de trabalho que eu já tinha planejado resolver. Por volta do meio-dia, dei uma olhada na minha lista. Eu tinha feito muito pouco, e a tensão da manhã havia me causado dor de cabeça. Meu chefe me encorajou a sair para almoçar e relaxar. "De jeito nenhum", respondi, olhando para a pilha de papéis que se acumulavam à minha volta. Parecia que, quanto mais eu tentava, menos realizava. Finalmente, depois que meus colegas saíram para almoçar, me deleitei no silêncio, esperando usar o tempo para começar a eliminar as prioridades de minha lista. Ao abrir a gaveta de minha mesa, à procura de clipes, encontrei meu pequeno livro de citações bíblicas, do qual já me havia esquecido completamente. O livro era exatamente o que eu precisava. Durante aquela hora, ao ler e reler alguns versículos, minha tensão desapareceu. Eu me dei conta de que o que faltava no topo da minha lista era meditação e oração. Deus consegue trazer ordem a partir da confusão, e as Escrituras me ofereceram a paz de que eu preciso.

Deus nos oferece paz em meio à confusão da vida.

Oremos pelas pessoas que têm emprego estressante.

Leia Mateus 6.25-34

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A luz da vida

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. 1 Pedro 2.9

Jesus nasceu quando os pastores "guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite" (Lucas 2.8). O mundo no qual Ele nasceu era escuro como a noite. Um imperador militar, com punhos de ferro, ocupava o trono em Roma. Herodes, o governador da Palestina, era cruel. José e Maria foram a Belém para se registrar e pagar impostos a um ditador. O mundo estava assolado pela fome, pobreza, doença e ignorância. Porque muitos de nossos cânticos de Natal são doces e suaves, esquecemo-nos do mundo difícil em que Jesus nasceu. Nosso planeta é afligido por guerras, conflitos políticos, furacões, terremotos, tsunamis, fome, doenças, pobreza, ignorância, contendas étnicas. Cada um de nós, em algum momento, sofre perdas e desânimo. Mortes, colapsos emocionais, brigas familiares, solidão e suicídios desfiguram a imagem de alegria proclamada pelo Natal, e a escuridão de nosso próprio pecado pode se tornar um fardo quase opressor. Porém, Jesus veio porque o mundo está escuro e atormentado. Sua luz e amor penetram a escuridão, e, se O seguirmos, teremos "a luz da vida" (João 8.12).

O que devo fazer para trazer a luz de Cristo à escuridão?

Oremos pelas pessoas que se sentem deprimidas durante as festa natalinas.

Leia Efésios 5.3-20

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Esperando por Deus


 

[...] e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura. Lucas 2.7

Na noite de Natal, nós recordamos que Deus nos enviou o Seu filho, o Messias. Todo o povo O esperava para restaurar Israel e ser Seu rei. Deus O enviou por meio de uma jovem virgem que se casaria com José. A obra de Deus se fez em Maria por intermédio do Espírito Santo.Os anjos do Senhor preveniram José da missão que lhe cabia: ser o pai do menino filho de Deus na terra. José, como servo obediente, aceitou Maria e seu filho, Jesus. Um rei nasceu numa manjedoura, entre animais, precisou fugir, viveu como refugiado e era filho de carpinteiro. Quão diferente do que pensamos a respeito da chegada de um rei e do que esperávamos da chegada do filho de Deus! Aquele bebê que nasceu pobre era totalmente dependente de Seus pais, mesmo sendo Deus. Para nossos paradigmas, Deus é auto-suficiente, não necessita de nada nem de ninguém.Mas Jesus era como nós: vulnerável, corria perigo, frágil e dependente. Jesus revela Deus, que nos ama e espera que nós O amemos. Nisso reside nossa salvação. Portanto, esta noite nos revela que o Deus que esperamos por todo o Advento espera por nós. Ele espera para ver como vamos responder. Se respondermos a esse amor, a promessa é: "Paz na terra e boa vontade a todas as pessoas."

Deus vem até nós... e espera.

Oremos por boa vontade a todas as pessoas.

Leia Lucas 2.8-20

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Dê com alegria

Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Lucas 6.38

Deus nos adverte a dar. Quando adolescente, eu dava dez por cento de tudo que ganhava. Mas as coisas mudaram quando me casei. O dinheiro era pouco e, embora ofertássemos, não dávamos o dízimo. Durante um culto, o Senhor falou ao meu marido e a mim. Depois de admitirmos que não estávamos seguindo o padrão da Bíblia, começamos a dar o dízimo. A princípio, ficamos receosos. E se não conseguíssemos pagar nossas contas? Então nos demos conta de que Deus havia aumentado nossos parcos recursos para cobrir nossas despesas. Mais tarde, participamos de uma conferência missionária e descobrimos que Deus abençoa tanto os que dão da sua profunda pobreza quanto os que dão da sua fartura. Comprometemo-nos a dar pela fé. Ao longo dos anos, o Senhor usou pessoas para nos abençoar com legumes frescos, pães caseiros, flores, roupas e dinheiro. Como Deus ama quem dá com alegria, temos procurado pessoas que precisem de uma bênção e encontrado alegria em dividir com elas. Deus nos surpreende: Ele sempre nos devolve mais do que damos aos outros.

Ninguém excede a Deus em generosidade.

Oremos pelas pessoas que estão sem recursos para pagar suas contas.

MEDITE: Lucas 1.46-55

Leia Deuteronômio 28.1-14