segunda-feira, 25 de maio de 2009

Trabalho no jardim



Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. 1 Coríntios 3.6
Meu pai gostava de plantar e cultivar vegetais e frutos, em especial os tomates. No entanto, por ele ser militar, nós tínhamos de nos mudar a cada três ou quatro anos. Mesmo quando sabíamos que estávamos a ponto de ser transferidos, ainda assim papai plantava, cuidava da horta e dizia, com um sorriso: "Estou plantando tomates para que outra pessoa colha". Lembro-me das palavras de papai quando sinto que minha obra para Deus não está dando resultado. Nunca ajudei alguém a encontrar a Deus num encontro, nem ajudei a guiar um cristão afastado a retornar ao caminho de Deus. Sinceramente, a maior parte das coisas que fiz para Ele talvez não dê frutos durante o meu tempo de vida. Cada ato que faço para Deus conduz alguém para mais perto da Sua graça, mas nunca o caminho todo. Nos poucos casos em que estive presente quando alguém encontrou a Deus pela primeira vez ou foi restaurado à saúde espiritual, sempre foi o último evento de uma série de etapas no caminho dessa pessoa. Deus nos chama para trabalharmos no jardim. Nós podemos plantar ou regar, quer venhamos a desfrutar a colheita ou não.
Deus usará nosso trabalho mesmo que nunca vejamos os resultados.
Oremos pelas famílias dos/as militares.

domingo, 24 de maio de 2009

Uma lição de vida para todos nós!

"Talvez sim, talvez não"



Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Provérbios 3.5

Anos atrás, uma garotinha de nossa pré-escola sempre se sentava à minha frente na "hora do círculo" matinal. Quando eu mostrava os cartões com os nomes das crianças para o quadro de ajudantes do dia, ela perguntava: "E eu?". Ou então: "Hoje é minha vez?". Finalmente comecei a dizer a ela: "Talvez sim, talvez não". Por alguma razão, essa resposta parecia consolá-la e ela sorria e repetia minhas palavras. Várias e várias vezes, lembro-me das palavras que dizia a ela. Quando quero saber se algo vai acontecer, penso: Talvez sim, talvez não. Quando quero saber se certas orações serão respondidas, repito essas palavras para mim mesma. Quando faço isso, de algum modo sinto-me consolada, assim como aquela aluna. Percebo que não me faz bem nenhum tentar descobrir os detalhes. Tenho apenas de confiar no Senhor. Repito as palavras o tempo todo ? Talvez sim, talvez não ? até que elas estejam plantadas definitivamente em meu coração. Elas fazem me lembrar de que posso confiar qualquer decisão a um Deus todo-poderoso que me ama.
Quando estiver tentando descobrir cada detalhe, posso optar por confiar em Deus.
Oremos pelas professoras e pelos professores de educação infantil.

sábado, 23 de maio de 2009

Uma procura incomum



Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Lucas 24.15


Na passagem acima, duas pessoas estão seguindo pela Estrada de Emaús, conversando sobre as questões do dia, que se centravam em torno da morte de Jesus na cruz. Elas tinham muitas perguntas, mas poucas respostas. Jesus Se junta a elas, ansioso por ouvir aqueles viajantes angustiados. Ele ouve atentamente e então lhes dá respostas que os ajudam a esclarecer suas dúvidas. O ponto central da história é a resposta à pergunta: Jesus está morto? Jesus não está morto e ainda ouve, caminhando ao nosso lado em nosso questionamento. Como é consolador saber que Cristo compreende a nossa confusão porque nos conhece melhor do que nós mesmos! Em tempos de luta e perturbações, Cristo vem até nós por meio da nossa leitura bíblica e de nossas orações. Cristo quer que saibamos que Ele está vivo e ainda hoje caminha e conversa com pessoas comuns. Às vezes percebemos Sua presença por meio do "cicio suave e tranquilo" de paz interior que vem em meio à tempestade; às vezes Ele vem até nós por meio de um amigo ou companheiro que nos traz encorajamento, consolo ou discernimento. Cristo prometeu estar conosco até o fim dos tempos, e podemos estar certos de que Ele cumprirá a promessa.

Cristo acolhe todas as nossas perguntas e caminha conosco enquanto buscamos as respostas.

Oremos pelas pessoas que duvidam.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Torne-se como Cristo


...Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento. 1 Pedro 1.15
A discussão durante o estudo bíblico girava em torno do modo como mostramos Cristo aos não cristãos em nossa vida diária. "Eu costumava ter a figura de um peixe em meu carro", disse um homem. "Então, comecei a pensar no modo como dirijo e a tirei de lá." Depois que as risadas diminuíram, sua confissão ingênua provocou reflexões sérias, pelo menos em mim. Devo perguntar a mim mesma: Se as pessoas julgassem o cristianismo por mim, será que desejariam ter uma experiência como a minha? Como minha vida é comparada com relação ao amor que demonstro aos outros? Demonstro amor a pessoas estranhas e diferentes? Amor por pessoas desconhecidas é o tipo de amor que é considerado. Mostrar amor por alguém que nos frustra pode impedir que um motorista agressivo tenha uma reação furiosa. O amor incondicional pode transformar um inimigo em amigo. Talvez o que estivéssemos discutindo no estudo bíblico fosse a santidade. Essa palavra deixa-me exaltada, mas em 1 Pedro 1.15 temos: "Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento".
Evitar a exposição desnecessária ao mal me ajudará a manter meus pensamentos, linguagem, atitude e ações da maneira como Deus gostaria que fossem. Embora nunca venha a alcançar a perfeição, quero continuar a seguir nessa direção, quero me tornar como Cristo.
Como os outros veem Cristo em mim?
Oremos pelos motoristas irritados.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Fé viva em ações



Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Gálatas 5.22-23
Em meu dia de folga, passei a maior parte dele encarregando-me de um serviço numa cidade próxima. A viagem de volta para casa foi complicada, com um trânsito moroso e uma série de atrasos por conta de obras. No entanto, um motorista não se deixou deter pelo congestionamento. Ele entrava e saía bruscamente do trânsito sem dar sinal, corria por cidades pequenas e ultrapassava outros veículos em locais proibidos. Embora me sentisse perturbado pelo modo como ele dirigia, também estava triste por ver um conhecido símbolo cristão, o peixe, em local de destaque na traseira de seu carro. Questionei: O modo como uma pessoa dirige diz aos outros sobre os cristãos e qual o impacto de nossa fé sobre a maneira como vivemos? Então, pensei o mesmo com relação a mim. Sou cristão, mas será que minha vida demonstra isso? Será que as pessoas percebem que sou cristão pelo modo como dirijo, como trato as pessoas em casa e no trabalho, ou pela maneira paciente ou impaciente como espero na fila do mercado? Tiago 2.26 diz que "a fé sem obras é morta". Quero que minha fé em Cristo fique viva em minhas ações, de modo que todos possam percebê-la.
Como Jesus dirigiria?
Oremos por paciência para com as pessoas que nos frustram.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Orando com o Salmos


...em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica (...) E a paz de Deus (...) guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus. Filipenses 4.6-7
Eu havia recebido uma notícia devastadora: estava com câncer de mama. Voltei para casa, depois da consulta médica e dos exames de laboratório, assustada e com os olhos cheios de lágrimas e encontrei uma mensagem na secretária eletrônica. A voz de minha tia dizia: "Leia o Salmo 103.1-5. Leia muitas e muitas vezes. Leia todos os dias". Peguei minha Bíblia e li: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim". Marquei essa página em minha Bíblia. "Bendize, ó minha alma, ao Senhor e não te esqueças de nem um só de seus benefícios...". Digitei as palavras para levá-las para o hospital: "Ele é quem (...) sara todas as tuas enfermidades" (Salmo 103.1-3). Ao repetir os versículos, substituí as palavras teu e tua por meu e minha: "[Ele é] quem da cova redime a [minha] vida" (versículo 4). Li o salmo durante a cirurgia e a recuperação e enquanto esperava pelos resultados dos exames: "[Ele é quem me] coroa de graça e misericórdia" (versículo 4). Continuei a lê-lo durante meus tratamentos, mais de uma vez por dia, quando estava fraca, exausta e com medo do futuro, se é que eu tinha futuro, "de sorte que a [minha] mocidade se renova como a da águia" (versículo 5). Li esses versículos diariamente por mais de um ano, até que minha força se renovou e ganhei uma nova oportunidade. Hoje minha vida está quase igual ao que costumava ser, mas não sou a mesma. Hoje compreendo a importância de louvar a Deus em toda situação.
Deus nos sustenta em nossos momentos mais difíceis.

Oremos pelas pessoas em tratamento contra um câncer.