
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Característica de família

Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. João 13.34-35 Todos os membros da família de meu marido têm um estranho inchaço na parte superior de seus pés. Meu marido e seus pais, irmãos e irmãs o têm, assim como nossos filhos. Isso não lhes causa nenhum desconforto, e esse curioso calombinho nos pés os distingue como pertencentes à mesma família. Como um membro da família pelo casamento e não pelo sangue, eu não possuo essa peculiar característica. Todos nós que somos parentes, pelos laços da fé, em Cristo podemos desenvolver características peculiares. Assim como uma árvore é conhecida por seus frutos, nós também poderemos ser conhecidos pelos frutos do Espírito, em particular pelo amor (veja Gálatas 5.22-23). Jesus disse: "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros" (João 13.35). A chave está nesse versículo: "Assim como eu vos amei?" (João 13.34). Como Jesus nos amou? Sacrificialmente, incondicionalmente e com um amor cuja fonte é o coração de Deus. Esse amor também estará disponível a nós se Cristo viver dentro de nós. É fácil amar o amável; quase todo mundo é capaz disso (veja Mateus 5.46). Mas o amor incondicional, o amor doador, chama a atenção de todo mundo. Como as pessoas podem ver Deus em mim? Oremos pelas pessoas que não se sentem amadas.
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Tempestades interiores

Então lhes disse: Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé? Marcos 4.40
Em agosto de 1992, o furacão Andrew assolou o sul da Flórida. De manhã cedo, quando a tempestade estava no auge, uma de nossas janelas explodiu, deixando entrar o vento e a chuva. Enquanto tentava cobrir a janela, podia ouvir outras se quebrando. Percebi que, por mais que tentasse, não conseguiria proteger nossa casa e nossos bens. Naquele momento, minha esposa disse: "Vamos apenas nos proteger". Nossa família refugiou-se no cômodo mais seguro da casa. Sentei-me no chão, com minhas costas apoiadas na porta, enquanto toda a casa sacudia, tremia e a água jorrava do sótão, destruindo praticamente tudo. Mas uma coisa incrível aconteceu. Quando desisti de salvar os objetos que não eram tão importantes e parei de confiar em mim mesmo, no momento em que relaxei completamente e coloquei nossa segurança nas mãos de Deus, ganhei uma sensação de paz a tal ponto que dormi profundamente até o fim da tempestade. Sempre que penso naquela noite, lembro-me de como Jesus acalmou a tempestade, repreendendo o vento e as ondas, ordenando: "Acalma-te, emudece!" (Marcos 4.39). Creio que Ele não estava Se dirigindo somente ao vento, mas também ao tumulto e temor no coração de Seus discípulos. Às vezes, as maiores tempestades acontecem no nosso interior.
Nenhuma nuvem é tão escura que Deus não possa enxergar através delas.
Oremos pelas pessoas em perigo por causa de fortes temporais.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Nosso legado

Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho e ao deitar-te e ao levantar-te. Deuteronômio 6.6-7
Meu genro é muito habilidoso nos consertos domésticos. Por isso pedi sua ajudar em alguns reparos em minha casa. Fiquei surpresa ao ver meu neto de três anos "trabalhando" junto com seu pai, com ferramentas de plástico nas mãos. Uma vez perguntei a meu genro como ele havia adquirido essa habilidade. Ele respondeu: "Aprendi tudo que sei com meu pai. Tinha minhas próprias ferramentas e ele permitia que eu o ajudasse em diferentes projetos. Espero ensinar meu filho da mesma maneira". É assim que nossos valores, conduta e ensinamentos são transmitidos: as crianças aprendendo com os mais velhos. É essencial que nós, cristãos e cristãs, passemos tempo com nossas crianças, ensinando a elas as verdades e os princípios bíblicos norteadores que as farão cristãs capazes. Esse pode ser nosso legado: transmitir à próxima geração o que aprendemos sobre Deus e a fé.
A quem estou transmitindo a minha fé?
Oremos pelos nossos parentes por afinidade.
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
Rosa regada

O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas jamais faltam. Isaías 58.11
Alguma vez você já parou, olhou para a parte superior de uma rosa e se maravilhou com sua beleza? Dias antes, essa linda rosa era um botão pequeno e apertado. Quem poderia imaginar que em poucos dias se transformaria em uma beleza tão grande a ponto de parecer impossível que tenha estado contida naquele botão? E mais, a rosa pode dominar completamente o ambiente, com o prazer de sua delicada fragrância. O tornar-se cristão, para mim, é como a rosa. Sem Cristo somos limitados e pequenos, mas, uma vez que fomos "entranhados com Cristo" (Filipenses 2.1), nosso amoroso Senhor, nós desabrochamos e nos expandimos como a rosa. Em Cristo podemos nos tornar plenos e ricos em compaixão, espalhando a fragrância do amor.
O Senhor criou todas as características e todas as criaturas da terra e as proclamou boas.
Oremos pelas jardineiras e jardineiros.
Alguma vez você já parou, olhou para a parte superior de uma rosa e se maravilhou com sua beleza? Dias antes, essa linda rosa era um botão pequeno e apertado. Quem poderia imaginar que em poucos dias se transformaria em uma beleza tão grande a ponto de parecer impossível que tenha estado contida naquele botão? E mais, a rosa pode dominar completamente o ambiente, com o prazer de sua delicada fragrância. O tornar-se cristão, para mim, é como a rosa. Sem Cristo somos limitados e pequenos, mas, uma vez que fomos "entranhados com Cristo" (Filipenses 2.1), nosso amoroso Senhor, nós desabrochamos e nos expandimos como a rosa. Em Cristo podemos nos tornar plenos e ricos em compaixão, espalhando a fragrância do amor.
O Senhor criou todas as características e todas as criaturas da terra e as proclamou boas.
Oremos pelas jardineiras e jardineiros.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
A oração de um paciente

Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Provérbios 3.6
Um paciente veio ao meu consultório solicitando uma cirurgia de bacia. Seu cardiologista anterior acreditava que seu coração era fraco demais para sobreviver a uma cirurgia tão séria. No entanto, um novo cardiologista havia afirmado que, embora esse homem corresse riscos na cirurgia, sua condição parecia estável. Portanto, deu sua permissão para prosseguirmos. Nosso paciente logo passou por todos os exames preliminares. Mesmo assim, no dia da cirurgia, eu podia sentir a tensão no centro cirúrgico entre mim, as enfermeiras e o anestesista. Nosso paciente provavelmente sentiu essa tensão. "Doutor", pediu ele, "sei que esse é um momento muito atarefado, mas gostaria de lhe pedir um momento para orar." Em meus 20 anos de prática médica, nenhum paciente jamais havia feito tal pedido. Toda a conversa parou. Com seu coração "bipando" no monitor, nosso paciente orou, pedindo a Deus que cuidasse dele e de todos nós que estávamos na sala, tentando ajudá-lo. Agradeceu pela oportunidade de melhorar, reconhecendo as limitações humanas da equipe ao tentar corrigir seu corpo frágil. Uma sensação de calma encheu a sala. A cirurgia foi um sucesso. Com toda a minha experiência profissional, nunca havia sentido tão fortemente a presença de Deus quanto naquele dia, por intermédio do meu paciente.
Quando Deus nos oferece uma chance de ajudar alguém, com frequência nós recebemos mais do que damos.
Oremos pelas equipes cirúrgicas.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Companheiro de corrida

Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam. Isaías 40.31
Durante o tempo em que viveu em Colorado Springs, meu irmão, Art, participou da corrida anual de Pike´s Peak, que tem um percurso de "apenas" 21 quilômetros. Um ano, sua filha de 13 anos, Ruth, decidiu participar também. Mas, cerca de 400 metros depois, Ruth chamou: "Papai, vou desistir. Não consigo". "Se eu correr com você, você acha que consegue?", perguntou Art. "Bem, posso tentar", respondeu Ruth. Então, enquanto os outros corredores disparavam montanha acima, Art e Ruth arrastavam-se pelo caminho. Passaram os quilômetros 8, 15, 18, 20 e continuaram. Quando finalmente cruzaram a linha de chegada, Ruth caiu no chão, exausta, mas extasiada, e disse: "Papai, acho que nunca me senti tão próxima de você". Art morreu depois de dois anos de luta contra os ferimentos sofridos durante uma grande queda, mas sei que ele não correu essa última corrida sozinho. Deus correu com ele enquanto ele se esforçava "montanha acima" e sei que Art estava verdadeiramente próximo de nosso Pai celestial na linha de chegada. Às vezes, quando estamos lutando na vida e achamos que não conseguimos prosseguir, descobrimos que Deus é nosso "companheiro de corrida". Deus pode nos dar a força para fazer o que considerávamos impossível.
Quando pedimos força a Deus, o que nos parece impossível torna-se possível.
Oremos pelas pessoas que estão se recuperando de ferimentos.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
O braço do Senhor

...lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 1 Pedro 5.7
Para onde quer que eu olhasse, via problemas em minha família. Minha mãe, que vivia do outro lado do país, fora internada na emergência de um hospital. Minha irmã, que cuidava dela, estava com a mesma infecção. Meu marido temia perder seu emprego; minha filha mais nova estava com problemas em seu alojamento na faculdade, e minha jornada de trabalho fora reduzida de 28 para 8 horas semanais. Com o tornozelo quebrado, sentia-me oprimida, impotente, como se fosse um peso, e não um auxílio para minha família. Não enxergava soluções. Precisaria estar em dois lugares ao mesmo tempo e mal dava conta dos problemas de um único lugar. Senti, então, que Deus falava em meu coração: "Venha para mim". Olhei pela janela, para a vasta extensão de céu. Relaxei e expirei profundamente. A voz em meu interior falou mais uma vez: "Serei eu pequeno demais?". Com o céu iluminado de um canto ao outro do horizonte, o que poderia eu dizer? "Não, Senhor!", sussurrei. "Então me entregue todas as suas preocupações." O minúsculo brilho prateado de um avião surgiu na vastidão e elevou-se às nuvens. Meus problemas deviam parecer assim para Deus. Então compreendi que, para mim, basta saber que Deus está comigo.
Deus é maior do que todos os problemas que enfrentamos.
Oremos por uma consciência da presença de Deus.
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