segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Uma ovelha perdida



Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te. Jeremias 30.11a
Em certa época de minha vida, minha fé começou a fraquejar. Tinha abandonado meu Deus e a forte fé que tinha desde a infância. Já não usava minha cruz, símbolo que me lembrava constantemente do sacrifício de Jesus. Tinha até retirado todos os quadros religiosos de minhas paredes. Estava saturado de dogma religioso. Não orava havia muitos dias e sentia-me perdido. Finalmente, quando já não conseguia suportar mais minha situação, pedi ajuda a Deus. Peguei a Bíblia na estante de livros e segurei-a em minhas mãos, dizendo desesperadamente: "Se há um Deus, por favor, ajude-me. Talvez o Senhor queira me dizer algo". Então, abri minha Bíblia e li as seguintes palavras: "Assim diz o Senhor, que te criou, e te formou desde o ventre, e que te ajuda: Não temas [...]" (Is 44.2). Meus olhos encheram-se de lágrimas. Senti claramente a forte presença do Espírito vivo de Deus vindo naquela tarde para guiar a mim, uma ovelha perdida.
Deus nunca se esquece de nós.
Oremos pelas pessoas que abandonaram a Deus.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Fazer o que se pode



Ela fez o que pôde. Marcos 14.8
Tenho vivido situações difíceis no relacionamento familiar. Sinto-me muitas vezes só, sem ser compreendida nem valorizada. Nessa fase, todas as falhas são enfocadas com lente de aumento, e o que é bom parece desaparecer. Ao ler a passagem de Marcos 14.3-9 identifiquei-me com a mulher ali citada. Ela estava determina a levar um precioso presente para Jesus, certamente seu maior tesouro. Ela ousou, pois entrou na casa de um homem leproso. Ela foi objetiva e quebrou o vaso de alabastro com o perfume de nardo, sobre a cabeça de Jesus. A mulher enfrentou todas as críticas, mas Jesus ordenou que a deixassem, pois: "Ela fez o que pôde". Que compreensão maior, que amor especial, que acolhimento sem igual teve o Senhor Jesus para com a atitude daquela mulher!
Por todas as mulheres que se sentem criticadas e desvalorizadas em suas famílias.
Oremos Para que o gênero, isto é feminino e masculino, agregue valor.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Interrupções ou oportunidades?

Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Marcos 10.51
Uma jovem assistente social reclamou com seu supervisor que ela estava tendo dificuldade para terminar seu trabalho. "O problema", disse ela, "é que as pessoas estão sempre me interrompendo." Seu supervisor respondeu: "Mas essas interrupções são o seu trabalho". Todos nós experimentamos interrupções. No entanto, também podemos perceber as oportunidades que as acompanham. Se olhar- mos para trás, veremos que alguns dos relacionamentos mais importantes que desenvolvemos, alguns dos serviços mais recompensadores que já fizemos vêm de situações que num primeiro momento vimos como interrupções. Jesus nos dá um modelo para lidar com as interrupções. Durante a viagem final dEle a Jerusalém, o cego Bartimeu O chamou com coragem: "Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!" (Marcos 10.47). Aquela viagem a Jerusalém era um momento importante no ministério de Jesus: a salvação do mundo estava em causa! Mas Jesus ouviu Bartimeu, parou e curou-o. A missão que Deus nos dá está sempre associada às pessoas. Jamais poderemos justificar a desatenção aos filhos de Deus. As interrupções em nossa vida podem ser Deus nos chamando a servir.

O trabalho dos cristãos e cristãs é cuidar das pessoas.

Oremos pelos assistentes sociais.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Esperança em meio à destruição


Porque eis que vêm dias, diz o Senhor, em que mudarei a sorte do meu povo de Israel e de Judá, diz o Senhor: fá-los-ei voltar para a terra que dei a seus pais, e a possuirão. Jeremias 30.3
Como médico, tive o privilégio de fazer parte da equipe enviada a uma região devastada por um terremoto. Muitas vidas tinham sido perdidas, e prédios, destruídos. Nossa equipe de socorro foi a diferentes aldeias, conversava com sobreviventes, consolava-os e, sempre que a oportunidade surgia, partilhava as boas-novas de Jesus Cristo. Enquanto trabalhávamos, pude aos poucos perceber Deus em ação. As vítimas do terremoto deram-se conta de que não havia qualquer segurança nos bens terrenos. No entanto, procuravam um sentido na vida após perderem tudo, inclusive alguns de seus queridos. Devido ao desastre, as portas se abriram para partilharmos, na prática, o amor de Deus às pessoas, levando tanto cura física quanto espiritual. Então as pessoas começaram a se voltar para Deus. Quando Jeremias profetizou a destruição de Jerusalém e o exílio na Babilônia, essa não foi uma boa notícia para o povo de Deus. No entanto, mais tarde, Jeremias também profetizou que Deus traria restauração. Jeremias viu algo positivo em meio à destruição: Deus renovando a aliança. E Ele ainda faz isso por nós.

Para Seus propósitos, Deus pode usar até mesmo as situações e circunstâncias trágicas.

Oremos pelos/as sobreviventes de calamidades naturais.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A caminhada


Livremente, lhe darás, e não seja maligno o teu coração, quando lho deres; pois, por isso, te abençoará o Senhor, teu Deus, em toda a tua obra e em tudo o que empreenderes. Deuteronômio 15.10
Fui dar uma caminhada enquanto meus dois filhos, em idade pré-escolar, brincavam no parquinho com meu marido. Tínhamos descoberto recentemente que eu estava grávida. Embora estivesse contente, também sentia-me perturbada. Todos os dias eram iguais: trocava fraldas, guardava brinquedos, lia historinhas e respondia a vários "por quês". Perguntava-me: Qual é o propósito disso tudo? Passei por uma igreja que estava aberta e entrei. Sentei-me no primeiro banco e orei: "Por que estou fazendo isso?" Enquanto orava, me dei conta de que não estava vivendo minha vida em ação de graças pelas muitas bênçãos de Deus, particularmente pelo sacrifício de Cristo. Havia permitido que minhas tarefas diárias roubassem-me a alegria de simplesmente seguir a Cristo, e por isso tinha cultivado um coração rancoroso. Após algum tempo de oração, enxuguei as lágrimas do rosto e pude voltar ao parquinho para me juntar à minha família com um coração alegre. Agora, lembro-me de que não importa o que Deus me dê para fazer na vida, posso fazê-lo "em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai".

Se seguirmos a Cristo, nossas tarefas diárias poderão se tornar a obra de Deus.

Oremos pelas pessoas que estão enfrentando uma gravidez inesperada.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Volta ao lar celestial



Aquele que me ama será amado por meu Pai. ? João 14.21

Uma sensação de náusea no estômago, a boca seca e as mãos suadas evidenciavam meu nervosismo quando o carro do meu namorado se aproximou da casa. Ele me levava para conhecer seus pais, e eu não tinha certeza de como seria recebida. Receava não ser a nora que eles esperavam, a esposa que eles sabiam que seu filho merecia. A presença dele ao meu lado representava minha esperança de que sua família me amasse apenas porque ele amava.
Antes mesmo que eu abrisse a porta do carro, o pai de Jim já estava na calçada, esperando por nós. Meus temores logo se acalmaram diante do grande sorriso em seu rosto, seu beijo em minha bochecha e o conforto de seu abraço. Fui aceita com base no meu relacionamento com seu filho.
Muitos de nós nos preocupamos com a recepção que teremos ao chegar à porta de Deus. Sabemos que não somos bons o bastante para estar lá. Somos indignos de estar na presença de Deus. Mas não estaremos ali sozinhos. Nossa recepção às portas do céu depende apenas do nosso relacionamento com Seu Filho, Jesus Cristo. Posso ficar descansada. A maravilhosa acolhida que recebi de meu sogro é apenas uma antecipação do que receberei, algum dia, de meu Pai que está no céu. Afinal de contas, Deus enviou Seu filho para me trazer para casa.
Quem ama o Filho de Deus terá dEle uma alegre recepção.
Oremos pelos noivos e noivas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tesouro inestimável

Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. Salmo 118.24
Conheci Marian em uma conferência para escritores. Nós duas desejávamos ter uma companheira de quarto, e os organizadores da conferência nos colocaram juntas. Uma amizade se desenvolveu entre nós e temos mantido contato há 20 anos. Marian e eu temos oferecido uma à outra um ombro para chorar e conversamos sobre nossas alegrias, esperanças e sonhos. Em nossos aniversários, escolhemos presentes especiais uma para a outra. Um dia, no meu aniversário, Marian deu-me um bracelete com um pingente no formato de uma caixinha; uso-o há anos. Recentemente, em um desses dias em que tudo parece dar errado, notei a caixinha no bracelete e ocorreu-me que ela talvez abrisse; descobri que sim. Dentro dela havia um papel enrolado. Com uma pinça, retirei-o e, cheia de expectativa, o abri. Ele dizia: "Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele" (Salmo 118.24). Essa mensagem tinha estado escondida por 10 anos, mas veio à luz num momento em que eu precisava ouvir aquelas palavras. Elas lembraram-me de que cada novo dia é uma dádiva e um motivo de alegria. Com um sorriso no rosto, agradeci a Deus pelo dia e por Marian, que me trouxe uma essa mensagem de alegria.
Busque motivos de regozijo todos os dias.

Oremos pelos/as amigos/as íntimos/as.