segunda-feira, 29 de março de 2010

Dando com generosidade


Em verdade vos digo: onde for pregado em todo o mundo o evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua. Marcos 14.9
Antes de chegarmos à Páscoa, não negligenciemos a noite em Betânia, na casa de Simão, o leproso. Enquanto os comensais estavam reunidos à mesa, uma mulher veio, quebrou um jarro e derramou sobre Jesus um unguento caríssimo. Alguns dos presentes se irritaram com a extravagância de seu ato, sugerindo que o perfume poderia ter sido vendido para ajudar os pobres. Jesus pregava sobre a necessidade de se dar com generosidade aos pobres e a outras pessoas. Mas, naquela noite, Ele defendeu a mulher, dizendo que ela tinha praticado uma boa ação ao ungir o corpo de Cristo para o sepultamento e que sua ação seria lembrada. Essa mulher nos representa a todos na revelação de que Jesus é realmente o Cristo. Ela trouxe o melhor que tinha para louvar e honrar Jesus como Messias. A resposta de Jesus não diminui nossa responsabilidade em ajudar os pobres, mas apenas afirma a mulher e sua oferta extravagante. Em outra ocasião, Ele comentou sobre outra mulher generosa, a viúva que ofertou com extravagância suas parcas moedas (Veja Marcos 12.41-44.). Nada é bom demais para Deus e nenhum valor é pequeno demais se dado com sacrifício e generosidade. Jesus, a ponto de oferecer Sua derradeira dádiva, quer que lembremos e repitamos as ações dessas duas mulheres: dar com extravagância daquilo que temos em serviço a Deus e aos que nos cercam.
Como posso dar com extravagância hoje?
Oremos por um coração mais generoso.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mestre, salva-nos




Mas o Senhor nas alturas é mais poderoso do que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar. Salmo 93.4
Mateus 8 nos fala sobre os discípulos em meio a uma terrível tempestade, gritando por ajuda. Quando Jesus acalmou a tempestade, eles ficaram atônitos ante a obediência dos ventos e das ondas. Por quê? Seu espanto talvez tenha sido causado pela percepção errada que tinham da identidade de Jesus. Os discípulos ainda acreditavam que Jesus era um mestre, talvez um profeta. Eles ainda não O reconheciam como Deus encarnado. Há vários anos, eu passei por minha própria tempestade: uma crise no casamento. Pedi a Deus, inúmeras vezes, que mudasse minha condição. A incerteza de minha situação me assustava. Queria que o conflito familiar acabasse. Em meu coração, orava: "Senhor, salva-me!" Em vez de salvar-me imediatamente, Deus deu-me força para levantar da cama pela manhã, deu-me sabedoria para responder às perguntas desnorteadas de meus filhos e deu-me paciência para evitar decisões irrefletidas. Deus infundiu em mim o perdão enquanto lutava contra a amargura e a raiva. Quando minha confiança na capacidade de Deus de atender minhas necessidades cresceu, a tempestade do medo dentro de mim abrandou. Finalmente, as ondas de minhas circunstâncias também começaram a se acalmar. Os discípulos de Jesus reagiram com medo porque não compreendiam verdadeiramente quem Ele era, e nem eu. Hoje O conheço melhor e confio mais nEle.
Confie em Cristo, que está sentado no barco a seu lado.
Oremos por alguém que esteja enfrentando uma crise conjugal.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Volta ao lar celestial



Aquele que me ama será amado por meu Pai. ? João 14.21
Uma sensação de náusea no estômago, a boca seca e as mãos suadas evidenciavam meu nervosismo quando o carro do meu namorado se aproximou da casa. Ele me levava para conhecer seus pais, e eu não tinha certeza de como seria recebida. Receava não ser a nora que eles esperavam, a esposa que eles sabiam que seu filho merecia. A presença dele ao meu lado representava minha esperança de que sua família me amasse apenas porque ele amava.
Antes mesmo que eu abrisse a porta do carro, o pai de Jim já estava na calçada, esperando por nós. Meus temores logo se acalmaram diante do grande sorriso em seu rosto, seu beijo em minha bochecha e o conforto de seu abraço. Fui aceita com base no meu relacionamento com seu filho.
Muitos de nós nos preocupamos com a recepção que teremos ao chegar à porta de Deus. Sabemos que não somos bons o bastante para estar lá. Somos indignos de estar na presença de Deus. Mas não estaremos ali sozinhos. Nossa recepção às portas do céu depende apenas do nosso relacionamento com Seu Filho, Jesus Cristo. Posso ficar descansada. A maravilhosa acolhida que recebi de meu sogro é apenas uma antecipação do que receberei, algum dia, de meu Pai que está no céu. Afinal de contas, Deus enviou Seu filho para me trazer para casa.
Quem ama o Filho de Deus terá dEle uma alegre recepção.
Oremos pelos noivos e noivas.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Comunhão



Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; (?) tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora. Eclesiastes 3.1,6
A tensão cresceu na sala de jantar. Minha avó idosa estava frustrada porque minha mãe e meu tio haviam sugerido que ela parasse de dirigir. Enquanto continuavam a discussão, orei a Deus, pedindo palavras que pudessem ajudar. Quando a tensão abrandou, aproximei-me de minha avó. Entendi que ela não queria ser um fardo. Por isso, comecei falando sobre as maneiras pelas quais ela tinha ajudado as pessoas ao longo dos anos. Perguntei se aquela ajuda tinha sido um fardo para ela. Ela disse que nunca tinha sido um fardo, mas uma bênção, que lhe trouxe muita alegria. Então sugeri, delicadamente, que talvez tivesse chegado a hora de outras pessoas experimentarem a mesma alegria ajudando-a. Ela sorriu e concordou, dizendo que nunca tinha pensado daquela forma. Muitos de nós passamos pela vida determinados a fazer tudo sozinhos. Decidimos dar conta de tudo e não ser um fardo na família ou no trabalho, talvez, especialmente, quando envelhecemos. No entanto, Deus nos criou para uma vida de comunhão uns com os outros. Com o tempo, nossos papéis vão mudando. Às vezes ajudamos e às vezes somos os que recebem ajuda. Essa é a beleza da comunhão em Deus.
Os novos estágios em nossa jornada espiritual oferecem novas oportunidades de aprender e servir.
Oremos pelas pessoas que cuidam de seus pais idosos.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Salvos do perigo



Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. Salmo 40.2
Caminhava com meu pai junto à margem de um rio. Eu tinha três anos de idade e não sabia nadar. Num impulso, mergulhei na água. Não conseguia enxergar. Não conseguia respirar. Não sabia que lado era para cima. Aparentemente do nada, uma mão forte mergulhou e me puxou para fora. Estava seguro nos braços amorosos de meu pai. Muitas vezes, fiz coisas impulsivas por riqueza, status ou amor. Como na ocasião em que eu tinha três anos, me vi impotente, aterrorizado, desnorteado e só. Uma vez, envolvi-me, irrefletidamente, num negócio com pessoas inescrupulosas. Perdi todo o meu dinheiro e minha esposa pediu o divórcio. Estava envergonhado do que tinha feito. Comecei a orar. Procurei a resposta de Deus nas Escrituras. Busquei o conselho de meu pastor. Finalmente, comecei a perceber que, embora eu tivesse armado a maior confusão em minha vida, Deus havia me perdoado. Mesmo tendo perdido tudo, meu coração estava repleto da paz de Deus. Estava seguro em Seus braços amorosos. Não importa quão longe estejamos, Deus nos recoloca no caminho. Se O buscarmos por meio da oração, do estudo e da meditação, Ele nos salvará do orgulho, da ganância e do egoísmo e colocará nossos pés sobre a rocha sólida de uma vida comprometida com Cristo.
Os braços amorosos de Deus são refúgio certo.
Oremos pelas pessoas enfrentando grandes dificuldades financeiras.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Deixando Deus fluir



Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. João 15.5
Eu trabalho com revenda de veículos usados. Certo dia, estava no pátio de veículos quando vi um rapaz tentando, sem sucesso, ligar um carro. Logo, ele percebeu que o problema estava na bateria: ela estava descarregada. Por mais que ele tentasse, não conseguiria fazer o carro pegar. Foi preciso empurrá-lo e, depois de ligado, andar bastante com o carro para recarregar a bateria. Rememorando aquela experiência, fiquei refletindo sobre a nossa vida espiritual. Como a bateria depende de estar em funcionamento para prolongar sua vida útil, estando sempre ligada ao carro, é preciso que estejamos ligados a Deus. Não podemos ficar parados. Se orarmos, praticarmos boas ações, testemunharmos e, principalmente, deixarmos Deus fluir em nós e por meio de nós, 24 horas por dia, não correremos o risco de enfraquecer na fé.
Fique atento às muitas maneiras pelas quais Deus mostra Seus ensinamentos.
Oremos Para que não descuidemos de nos fortalecer em Deus.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Plenitude ou cura?


Respondeu ele: O homem chamado Jesus fez lodo, untou-me os olhos e disse-me: Vai ao tanque de Siloé e lava-te. Então, fui, lavei-me e estou vendo. João 9.11
A energia parecia ser drenada de meu corpo. Eu teria mais uma noite de fadiga extrema. Noites assim pareciam intermináveis e eternas. Será que, algum dia, terei um momento de energia, criatividade e saúde? Vivo com uma doença crônica e com a eterna consciência de incapacidade. Deus criou meu corpo. Creio que Ele também possa me curar, como Jesus curou o cego de nascença. No entanto, os anos têm passado e ainda sofro todos os dias. Ao debater-me com a razão pela qual algumas pessoas são curadas e outras não, me dei conta da diferença entre plenitude e cura. Plenitude significa inteireza, bem-estar e paz. Cura é ausência de doença e incapacidade. Deus pode curar sem conceder plenitude. Com súbita alegria, dei-me conta de que Deus concedeu-me plenitude. O grande desejo de minha vida é estar no ministério cristão, e Deus abençoou-me com 20 anos de trabalho na igreja. Estou curada? Não. Sou plena? Totalmente!
Havendo cura ou não, podemos ter plenitude.
Oremos pelas pessoas portadoras de deficiências.