terça-feira, 22 de novembro de 2011

Boas-novas


Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. - Filipenses 4.8
Nas manhãs de sexta-feira, geralmente me encontro com algumas amigas íntimas para tomarmos o café-da-manhã. Eu gosto de estar com pessoas que partilham dos meus interesses. Ultimamente, no entanto, não tenho aguardado nossos encontros com o mesmo entusiasmo. Ao conversarmos sobre acontecimentos atuais, minhas amigas mencionam todas as notícias ruins e eu acabo presa na conversa, como um peixe preso em uma rede. As más notícias parecem chamar minha atenção aonde quer que eu vá. Sou cercada por revistas e jornais com manchetes anunciando acontecimentos terríveis. Onde estão as boas notícias nestes últimos tempos? Eu busco as respostas na Bíblia. Embora ela tenha sido escrita há muitos anos, suas boas notícias são eternas. A leitura das boas-novas de Deus sempre me ajuda a me tornar uma pessoa melhor. Começo a ver o mundo pelos olhos dEle. Cabe a mim decidir a maneira como recebo as notícias todos os dias. Quanto mais estudo a Bíblia, mais forte me torno diante do medo e da frustração. Eu começo a encher minha mente com as palavras de Deus, nas quais encontro a verdade de que, mesmo em meio às más notícias, Ele está em ação no mundo.
Em meio às más notícias, lembre-se da boa-nova de que Deus está conosco.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Mais clareza


Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido. - 1 Coríntios 13.12
Quando eu era menino, um contínuo estrabismo me levou a consultar o oftalmologista. Ele me receitou óculos que melhoraram minha visão. Durante minha adolescência e juventude, o médico alterou a receita, para manter a qualidade da minha visão enquanto meus olhos mudavam. Passados os 40 anos, eu relutantemente passei às lentes bifocais. De modo semelhante, minha visão espiritual mudou com a idade. Quando criança, fui apresentado a Deus e a Jesus por meio das histórias bíblicas e das peças de Natal. O grupo de jovens e os acampamentos me ajudaram nos anos da adolescência, tão repletos de dúvidas e esperanças. Durante os anos da vida adulta, o estudo, a meditação e a reflexão têm aperfeiçoado a minha visão, permitindo-me ver mais claramente o mundo de Deus e meu papel em Seu reino.
De que modo minha percepção de Deus mudou com o tempo?.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Um coração que perdoa




Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam. - Salmo 86.5
Quando a aula da Escola Dominical começa, um garotinho resiste a toda atividade que proponho. Ele parece determinado a perturbar todas as atividades. Se eu digo: 'Vamos levantar', ele se senta. Se eu digo: 'Vamos cantar', ele coloca a mão sobre a boca. Se eu sugiro que nos sentemos em círculo para ouvir uma história, ele se levanta. Minha raiva cresce. Começo a puxá-lo, chamando sua atenção e achando que o melhor lugar para ele é o banco, do lado de fora. Quando a aula termina e a mãe do menino vem buscá-lo, ela comenta sobre sua 'linda roupinha'. Então, diz: 'Ele não é a coisinha mais fofa?' Nessa hora, eu realmente não vejo nada de fofo naquela criança. Penso: Senhor, eu me ofereci para servir-Te e essa criança está destruindo minha lição tão bem preparada. O Senhor falou ao meu coração de maneira tão forte que fiquei abalada, lembrando-me de que eu, muitas vezes, tenho agido da mesma maneira: desobedecendo deliberadamente a Deus. Minha reação a Ele às vezes é tão desafiadora quanto a daquele menino na Escola Dominical. Apesar do meu comportamento, Deus ainda me ama e me chama de filha amada. Deus me perdoa e me convida a ser amorosa e a perdoar todas as crianças da Escola Dominical, sejam elas desobedientes ou não.
Somos chamados a amar e perdoar assim como Deus nos ama e perdoa.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O grande oleiro


Mas agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai, nós somos o barro, e Tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos. - Isaías 64.8
Em nossa turma de cerâmica, nós trabalhamos em vários projetos de vasos e canteiros. Enquanto uma de minhas colegas dava os últimos retoques em um lindo vaso, um movimento repentino fez com que ele se quebrasse em suas mãos. A instrutora lhe disse que o vaso não poderia ser aproveitado e deu à minha colega nova argila para ela reiniciar seu trabalho. Ao trabalhar em meu projeto, pensei no quanto nos assemelhamos ao barro nas mãos do Senhor. Quando aceitamos o Senhor, Ele nos guia e, como um oleiro, molda nossas vidas. Mas, ao contrário do vaso de minha amiga, quando os acontecimentos da vida nos quebram, isso não representa o fim. Jesus Cristo toma os pedaços estilhaçados e refaz nossas vidas. Com o amor de Jesus por nós, o Senhor pode nos transformar em uma nova criação.
Ao permitir a ação transformadora do Senhor em nós, somos renovados continuamente.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O poder da palavra de Deus



Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. - Lucas 11.9
Eu era ateu quando fui para o Vietnã, em 1969. Mas a guerra consegue mudar as pessoas. Na primeira vez em que fui atingido pelo fogo inimigo, comecei a pensar no que acontece quando morremos e se existe um Deus. Decidi que, se sobrevivesse àquela experiência, eu buscaria as respostas. E isto se transformou em minha missão pelos três anos seguintes. Eu li livros, visitei igrejas, investiguei várias religiões do mundo e conversei com todo tipo de gente. Voltei ao Vietnã em 1972 para servir pela segunda vez. Pouco depois, alguém me entregou uma Bíblia e me disse que as respostas às minhas dúvidas estavam naquele livro. Não acreditei, mas a pessoa me disse para abri-lo ao acaso. Encontrei um versículo em Provérbios. Fiquei admirado com sua simplicidade e sabedoria; essa descoberta marcou um momento decisivo em minha vida. Naquela noite, eu fiz minha primeira oração: 'Deus, se Tu és real, quero conhecer-Te.' Ao longo dos próximos meses, Deus me convenceu, especialmente respondendo às minhas orações. Quando voltei para casa, estava pronto para assumir um compromisso. Isso aconteceu em um concerto ao ar livre, durante o qual ouvi sobre Jesus. Convidei Cristo a entrar em minha vida e tenho sido diferente desde então. Cristo pode fazer o mesmo por você.

À pergunta: 'O Senhor é real?', Deus responde procurando continuamente o questionador.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Qual será meu legad


Tinha Josias oito anos de idade quando começou a reinar e reinou trinta e um anos em Jerusalém. [...] Fez ele o que era reto perante o Senhor. - 2 Reis 22.1-2
Em algumas manhãs de sábado, retiro-me para a sala de estar com o meu café e leio o jornal da manhã. Minha esposa e meus filhos continuam a dormir enquanto desfruto de um momento tranqüilo e quieto. Sempre dou uma olhada no necrológio do jornal, seção que informa os falecimentos. Não procuro, com apreensão, por alguém que eu conheça; fico simplesmente intrigado com as palavras que resumem vidas. Admiro o legado de grandes feitos ou fortes relacionamentos que alguns deixam e entristeço-me pelas pessoas cujos relatos parecem indicar alguns poucos relacionamentos. Os relatos em 2 Reis levam-me a refletir sobre minha própria vida. Que marca deixarei nas pessoas que Deus trouxe à minha vida? Penso no impacto que tenho sobre minha família, colegas de trabalho, amigos e até conhecidos, como dentista. Quer eu me dê conta disso ou não, a cada momento eu influencio as pessoas que estão à minha volta. Elas se tornam melhores por me conhecerem? Encorajei alguém a crescer espiritualmente? Dei força e acolhimento a pessoas em necessidades? O que meu epitáfio diria? Meu hábito de ler necrológios avalia a minha indiferença e me faz lembrar de meu chamado mais importante - servir todos os dias a um Deus vivo e ao próximo. A partir dessa verdade, podemos avaliar nossos objetivos e como usamos o nosso tempo. Todos os dias, nós construímos o nosso legado.
Nós podemos representar o amor de Deus a cada momento.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Tensão financeira


A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros. - Romanos 13.8
Por vários anos, nosso desejo foi simplificar nossa vida financeira. No entanto, as contas continuavam a chegar: lojas, cartões de crédito, financiamento de carro, uma hipoteca, depois outra. Nossas dívidas não chegaram a exceder nossa renda, mas havia a possibilidade de passarmos por grande dificuldade. Nós discutíamos e nos preocupávamos com dinheiro, e a tensão começou a afetar nossos relacionamentos em casa, no trabalho e até com Deus. A Bíblia nos diz para sermos bons despenseiros do Evangelho e das bênçãos de Deus, mas estávamos apertados demais financeiramente para conseguir pensar além da próxima etapa de pagamentos. Não conseguíamos pensar como despenseiros. Finalmente, decidimos pedir ajuda. Procuramos um consultor financeiro de nossa igreja e começamos a pagar as contas, destruir cartões de crédito e vender o que não era essencial, mas que tumultuava e trazia estresse às nossas vidas.
Há algumas semanas, notei uma mudança no comportamento de minha esposa. Ela sorri mais, conversa sobre os momentos felizes de seu dia, reage a mim com amor e cumpre suas rotinas com mais alegria e entusiasmo. Eu gostaria de creditar isso ao fato de eu ser um bom marido, mas sei que a mudança é o resultado de colocar os princípios de Deus em ação em nossa vida financeira. Mateus 6.24 diz que não podemos servir ao mesmo tempo a Deus e ao dinheiro. Mas podemos servir a Deus no modo como usamos nosso dinheiro. E, quando o fazemos, o clima em nossa casa muda para melhor.
Minha vida financeira está em ordem?