terça-feira, 22 de maio de 2012

O poder tem a Oração

“Deus não rejeita oração, oração é alimento nunca vi um justo se resposta, ou ficar no sofrimento, basta somente esperar o que Deus irá fazer, quando ele  estende suas mãos é a hora de vencer.”

Essa letra de música é bem conhecida no meio cristão. Ela define o que é a oração. Podemos afirmar que quando oramos com sinceridade e fervor, ela exerce um grande poder junto a Deus à nosso favor. A oração nos alimenta em todos os momentos de angústia. Se realmente crermos, pedindo receberemos. “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.” Mt. 21-22. Mas há um, porém, o que Jesus diz nesse versículo não é a garantia de que podemos obter qualquer coisa se, simplesmente, pedirmos a Jesus e crermos. Deus não concede favores que possam ferir alguém ou que violariam a vontade e a natureza divinas. Para serem concedidos, nossos pedidos devem estar em harmonia com os princípios de Deus. Quanto maior for a nossa fé e quanto mais nossas súplicas estiverem de acordo com a vontade de Deus, mais Ele ficará feliz em atendê-las.  E, esse é o motivo pelo qual muitas vezes oramos e não obtemos o que pedimos.

Segundo o dicionário oração quer dizer: prece, pedir, rogar, elevação da alma a Deus, invocação dirigida a Deus. Quando oramos, verdadeiramente elevamos a nossa alma a Deus. Quando nossa alma está em frangalhos somente um Pai amoroso, e misericordioso pode nos consolar e livrá-la de tanto sofrimento.

A oração nos dias de hoje deixou de ser algo diário, que faça parte de nossa rotina, como comer, tomar banho, escovar os dentes ou dormir. Só nos lembramos de orar quando algo não vai bem em nossas vidas. Quando isso acontece logo nos lembramos de Deus, assim como uma criança se lembra dos pais num momento de aflição. Até mesmo os discípulos de Jesus dormiram quando o Senhor os pediu que orassem com Ele. Jesus orou com tanto fervor, que suou gotas de sangue que corriam até o chão. Lc. 22-44. Enquanto isso seus discípulos dormiam, e deixavam de demonstrar sua devoção a Cristo. Será que estamos agindo como os discípulos? Será que dormimos quando deveríamos estar orando e glorificando ao Senhor? Será que agimos como crianças e só nos lembramos de Deus nos momentos aflitivos?

Os discípulos também pediram que Jesus os ensinasse a orar. Lc.11.1. O Mestre era o exemplo vivo do homem de oração. Um exemplo a ser seguido por eles. 


Peçamos ao Senhor um coração novo, que só façamos a vontade de nosso Pai que está nos céus, pois se assim o fizermos: “Tudo o que pedirmos, receberemos, tudo o que buscarmos, acharemos e em todas as portas que batermos elas se abrirão. Mt. 7-7.

Que o Senhor nos ensine como devemos orar, e também nos ajude a orar mais. Honra e Glória ao Senhor!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nunca só...


Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. 1 Pedro 4.10
João era um homem de negócios aposentado e bem-sucedido, muito conhecido em sua igreja, comunidade por seu espírito amigável, gentil e por sua bondosa generosidade. Mas somente depois de sua morte, recentemente ocorrida, as pessoas tomaram conhecimento do âmbito de suas boas ações. João tomou providências para ajudar vários ministérios, atrás dos bastidores, de forma a continuar sua obra depois que ele morresse.

Conforme tomava conhecimento de alguns dos projetos sustentados por João, vi-me pensando: Se eu tivesse mais recursos financeiros, bem que gostaria de fazer alguma coisas assim. Mas, refletindo um pouco mais, compreendi que a benevolência de João não tinha origem em seu talão de cheques, mas em seu coração. Ele partilhou generosamente dos recursos que Deus havia lhe dado.

Embora haja algumas coisas que não posso fazer, Deus lembrou-me de que há outras que posso. O essencial é cultivar um coração generoso, se eu quiser partilhar sinceramente os dons que recebi, Deus abençoará os frutos.
s pelas vidas que nos ensinam mais sobre Ti.
Como estou ajudando os outros com o meu dom?

sexta-feira, 18 de maio de 2012

As caracteristicas do Reino

Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Romanos 14.17
Em sua Carta aos Romanos, Paulo falou enfaticamente de três características do Reino de Deus, a primeira é a retidão. Para Paulo, a justiça não vem da correta observância de rituais religiosos ou pelo que comemos ou deixamos de comer, mas pela fé em Jesus Cristo, que Se tornou nossa justiça por assumir nosso lugar na cruz. É Cristo quem nos torna justos. Nossa justiça, então, nos leva a detestar o que está errado, a ater-nos firmemente ao que é bom e a nos deliciarmos em honrar-nos mutuamente e a Deus.

Nosso correto pensar e falar produzirá em nós um correto caminhar diante de Deus e de nossas irmãs e irmãos. Nossa justiça nos levará a conhecer a segunda característica do Reino de Deus, de acordo com Paulo: a paz. Paz é ter sossego e tranqüilidade em meio à turbulência da vida, quando tudo o mais parece ruir.

Ter a paz de Deus produzirá em nós uma fonte de alegria; a terceira característica do Reino de Deus, segundo Paulo. A alegria vem de dentro, não depende de nenhuma circunstância da vida. Esta alegria do Espírito Santo brota da paz que encontramos quando vivemos pela justiça de Cristo, no próprio Reino de Deus!

A verdadeira alegria é caminhar retamente com Deus.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Reerguendo a cabeça

Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me, e chorei. Neemias 1.4

Neemias ficou arrasado ao descobrir que sua amada Jerusalém estava em ruínas. A cidade santa de Deus nada mais era senão muralhas arruinadas e portões queimados. Angustiado com a destruição, Neemias chorou.

Todos nós já experimentamos a dor. Ficamos perturbados pelas circunstâncias de vida: um emprego perdido, um relacionamento desfeito, um diagnóstico grave; momentos em que a esperança de renovação não parece mais que um conto de fadas.

Neemias, no entanto, não se rendeu às lágrimas, transformou sua dor em ação. Ele podia ter olhado para as pilhas de escombros que enchiam sua terra e deixado sua aflição impedir qualquer esperança de restauração. Em vez disso, Neemias optou por reconstruir.

Quando enfrentamos tribulações, é fácil desistir e ceder sob o peso dos fardos opressores. No entanto, Deus nos chama a uma vida de esperança. O Senhor quer levar a restauração onde tem destruição. Podemos seguir o exemplo de Neemias e começar a reconstruir.
 
 Mesmo em nosso mais sombrio desespero, Deus faz brilhar uma luz de esperança.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O mapa perfeito

Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. 2 Timóteo 3.16-17

Durante uma viagem recente, descobri que meu mapa continha um erro. Felizmente, o erro não causou nenhum problema sério; mas me fez pensar sobre a importância de ter um mapa correto.

Deus nos deu um mapa para nos ajudar a navegar pela vida: a Bíblia,. ela é um manual de instruções que nos guia em qualquer situação. Estamos nos esforçando para perdoar alguém? Podemos ler a parábola do credor incompassivo em Mateus 18.21-35. Se estivermos enfrentando circunstâncias difíceis, o Salmo 23 poderá nos dar conforto e coragem. Sentimos que não somos amados? João 3.16 diz: ?Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna?.

Mas não basta apenas ter a Bíblia, devemos ler, interpretar e aplicar a instrução que lá encontramos. Quando pedimos devotamente a Deus para compreender o significado da Palavra, Ele nos ajudará a fazer as escolhas corretas.

Que mapa orienta sua jornada?

terça-feira, 15 de maio de 2012

A paz do Senhor



[Jesus disse:] Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou com a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14.27
Recentemente, comprei um rádio-barômetro, um aparelho especial que faz soar um alarme quando as condições climáticas são perigosas. Quando ouço o alarme durante uma tempestade, sei que preciso me abrigar. Quando escuto um trovão mas o alarme não dispara, posso estar certo de que a tempestade não é preocupante, que não passa de um pouco de barulho. O barômetro me deixa sossegado.

Meu cachororo, por outro lado, nada sabe de barômetros. Toda vez que ele ouve um trovão, agacha-se num canto ou esconde-se debaixo da cama, tremendo e choramingando. Nada do que eu diga ou faça consegue convencê-lo de que tudo ficará bem. Ele não fica em paz enquanto a tempestade não passa.

Todos nós temos de enfrentar tempos de tempestade em nossas vidas: a perda de um emprego, a morte de uma pessoa querida, um diagnóstico assustador ou uma crise de fé. Quando sentimos vontade de correr para um canto ou nos esconder debaixo da cama, podemos encontrar conforto nas divinas promessas de que Jesus habitará conosco. Se confiarmos Nele, Jesus nos dará paz para enfrentar qualquer tempestade.

Cristo pode trazer paz a um coração inquieto.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Não podendo estar presente

Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Gálatas 6.2
Moro distante de minha família, cerca de seis horas de carro. Alguns de meus parentes enfrentam agora desafios com sérios problemas de saúde e alguns tomam conta de minha tia e de outros familiares que precisam de ajuda. Como não posso estar lá com freqüência para ajudar minha família, às vezes me sinto deprimido e impotente.

No entanto, aprendi que posso encontrar conforto ajudando meus amigos locais. Embora não possa fazer o jantar para meus familiares, tenho a oportunidade de preparar uma lasanha para minha amiga que caiu recentemente no gelo e quebrou o braço. Posso convidar outra família para jantar enquanto sua cozinha é reformada e ainda há cinco crianças para alimentar. Sinto alegria em ajudar as pessoas. Servir é uma dádiva que resulta num duplo serviço de consolo: um para as pessoas que ajudo e outro para mim mesma.

Fico feliz em saber que membros da igreja de minha tia preparam suas refeições até que ela consiga voltar a se levantar. Quando todos carregamos os fardos mutuamente, honramos a Deus. Embora não possa carregar diretamente os fardos de meus familiares distantes, posso ajudar a fazê-lo aos que estão próximos a mim. E no círculo de fé, outras pessoas podem aliviar o fardo de minha família.

 Deus nos chama a servir onde estamos.