quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Seja gentil...


Por vezes, podemos imaginar que o que move as relações pessoais e a realidade à nossa volta seja a força bruta. Mas, pare um pouco e olhe atentamente à sua volta. Em tudo o que Deus criou há uma ordem singular, que transmite singeleza e leveza. 

Quando algo está para acontecer, tudo concorre para que se realize. Há leis que o Senhor estabeleceu e, quando obedecidas, os fatos resultam em sua realização. Só precisamos descobri-las, respeitá-las e usá-las de forma adequada. Não precisamos fechar a sete chaves o que queremos segurar. O que Deus tem para nós, ninguém nos rouba.

Mas, aquilo que não é nosso e nem nunca será, em nada adianta corrermos montanhas e mares, pois tudo resultará em fracasso e sofrimento. “Tudo virá a seu tempo certo” (Eclesiastes 3.1-8). No entanto, não devemos esperar ociosos, de braços cruzados. É preciso cultivar os valores cristãos. 

Ser gentil, amável, agir com carinho com todos. A boa educação cabe em qualquer lugar e glorifica a Deus. Praticar a bondade e semear a paz. Respeitar o direito dos outros. Esperar a sua vez. Fazer por merecer o que se almeja. De coração leve e rosto manso, depositar sua confiança em Deus. Dele procede toda fonte de Vida.
Deus tem a solução do tamanho do nosso problema.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Deus está aqui conosco.

"Pai nosso que estás nos céus…" É nos céus que Deus está? O céu parece estar tão longe de nós, e como que é que alguém, morando lá, pode saber a respeito deste mundo tão complicado e difícil? Não seria melhor se pudéssemos orar: "Pai nosso que estás no beco, na fábrica, no escritório, na minha casa"? Será que não precisamos mais de um ajudante que está aqui conosco do que um Pai que se encontra distante nos céus? Mas Deus está aqui conosco. 


Em Cristo, Ele chega tão perto de nós, que diz: "E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos". (Mateus 28.20). Jesus O chamou de "Pai nosso, que estás nos céus", mas não estava sugerindo que Deus estivesse longe. Os céus são para Deus, assim como um palácio é para um rei. Um rei pode andar por todo o seu reino e compartilhar da vida do seu povo, mas a sua correspondência vai ao palácio.


O nosso Deus vive e compartilha da nossa vida aqui na terra; mas é lá, nos céus, que chegam as nossas orações. Os céus sempre foram o lugar de Deus. Ele é eterno, não tem começo nem fim. Os templos não são a morada de Deus, embora Ele lá esteja também. Quando oramos "Pai nosso que estás nos céus", nos lembramos da Sua majestade infinita… O Rei justo, que atende a todos os seus súditos.

Os céus são para Deus, assim como um palácio é para um rei. 


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A dor...


Jesus era o filho primogênito de Maria, e, de acordo com a Lei, o primogênito deveria ser consagrado a Deus. Nosso ser e tudo o que temos pertence a Deus. Separar ou consagrar alguma coisa a Deus era apenas um processo didático, uma forma de reconhecimento e gratidão.

Em Israel, o filho primogênito de qualquer família deveria ser levado ao santuário e por ele uma oferta de resgate era apresentada. (Êxodo 13.2) Lucas inclui, na mesma narrativa, a purificação da mãe e a consagração do filho. Uma mulher, ao dar à luz um filho, tornava-se “imunda”, segundo a Lei, e deveria trazer uma oferta para a sua purificação.

A oferta de: “Duas rolinhas ou dois pombinhos” era a requerida de um casal pobre. Jesus, o Filho de Deus, nasceu de uma mulher e nasceu debaixo da Lei. (Gálatas 4.4) Desde o ventre da mãe, Ele era cheio do Espírito Santo e separado, ou consagrado a Deus ­ “O menino será chamado santo”. ( Lucas 1.35) O ato público no Templo apenas confirma, torna público, o que Ele é.

Consagrado ao serviço do Senhor, sua condição é de “servo”, como qualquer outro levita. Jesus é o Servo sofredor que a si mesmo se oferece pelo pecado do mundo. (Mateus 20.28)

Ser consagrado não significa “status” espiritual, mas que nosso ser e tudo o que temos pertencem a Deus.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Alguém disse uma vez: “Trabalhe como se tudo dependesse de você. Ore como se tudo dependesse de Deus”. Essa é a mesma idéia por trás do provérbio: “Observe a formiga, preguiçoso!” A formiga não nos ensina simplesmente a sermos trabalhadores aplicados e incansáveis. 

A formiga é também um bom exemplo de planejamento e preparação para o futuro. Ela trabalha, precavendo-se para os dias em que não poderá trabalhar. “Observe a formiga, preguiçoso!” significa trabalhar duro? Investir de maneira inteli-gente? Fazer seguros e ter uma boa poupança? 

Essas seriam atitudes inteligentes, mas a sabedoria que se deve aprender com o comportamento instintivo da formiga é que ela vive hoje visando ao amanhã não traz para hoje os problemas do amanhã, mas vive hoje sabendo que o amanhã virá. Para os cristãos, esse amanhã não é simplesmente aposentadoria ou comida, abrigo e um pouco de sossego.

É um amanhã de luz e perfeição, o amanhã eterno com Deus. Pensando nesse amanhã, Paulo nos lembra: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade.” Efésios 5.15-16 

“Enquanto é dia, precisamos realizar a obra daquele que me enviou. A noite se aproxima…” Jesus

quarta-feira, 5 de setembro de 2012


Filhos podem gostar ou não quando percebem que se parecem com seus pais. Como adultos, nós nos surpreendemos falando como nossos pais. Jesus constatou isso também: “Quem me vê, vê o Pai.” (João 14:9) A Bíblia nos diz que Deus criou “o homem à sua imagem” (Gênesis 1:27). Levando em consideração que o pecado afetou toda a Criação, nós nos perguntamos como podemos ainda ter em nós a imagem de Deus. 


Estudiosos da Bíblia dão uma variedade de respostas, mas estou convencido de que, quando Jesus nos ensinou a orar o Pai Nosso, Ele abriu um caminho para um relacionamento profundo entre nós e Deus. Agora somos encorajados a sermos mais como Cristo, ao crescermos na fé. Ao nos tornarmos parecidos com Cristo, refletimos melhor a imagem do nosso Pai. 


Dirigir-se a Deus como “nosso Pai” é um privilégio ensinado por Jesus e deve ter sido um choque para os discípulos. É um relacionamento que não devemos desvalorizar. Eu não sou apenas criação de Deus; também sou seu filho! Como criação terrena de Deus, buscamos santificar o nome dele, desejamos a aprovação do nosso Pai. Imagine ouvir: “Você é meu filho, a quem eu amo; com quem estou satisfeito” (Mateus 3:17). 



Tal pai, tal filho.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Sabedoria, voce quer?

 
Se Deus nos deixasse fazer um pedido, ao qual atenderia de imediato e sem restrições, o que pediríamos? Talvez pedíssemos saúde, uma casa própria, um lar para todas as crianças de rua do Brasil.


Quando Salomão foi coroado em lugar do seu pai Davi, Deus deu a ele a incrível oportunidade de pedir o que quisesse. Salomão pediu a Deus sabedoria para governar o povo. Não pediu riquezas, bens ou honras, pediu apenas sabedoria.


Sabedoria de Deus não é um amontoado de conhecimentos. Nem a capacidade técnica e científica para desvendar os mistérios da ciência. Nem tampouco a habilidade para a música, arte ou para exercer qualquer outro trabalho. Todos esses dons vêm mesmo de Deus, mas sabedoria de Deus é algo mais. Sabedoria de Deus é a capacidade espiritual para saber como agir, dentro da vontade de Deus, em toda e qualquer circunstância da vida. Sabedoria de Deus é justiça, santidade e redenção.  


Felizes são aqueles que têm a Sabedoria de Deus em suas vidas. E quem desejar tal Sabedoria, pode pedi-la a Deus como fez Salomão. Basta dizer: “Eu desejo Jesus em minha vida”. Ele é a Sabedoria de Deus.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mas que reino é esse?

 
Os cristãos oram: "Venha o teu reino". Mas que reino é esse, se o mal está em todas as partes , se muitos até têm medo de viver , se a promiscuidade, a criminalidade, o terrorismo internacional parecem só crescer? Muito do que acontece no mundo hoje não tem nada a ver com o Reino de Deus. O Reino de Deus é justiça, amor, alegria e paz. O reino de Deus é retidão, verdade e fé. 

O Reino chega, em primeiro lugar, no coração, provocando uma transformação. É preciso que as coisas mudem dentro de nós, antes que possam mudar ao nosso redor. Se desejamos e buscamos mudanças, é na oração que vamos encontrar a coragem para tomar essa responsabilidade nos ombros. Quando o Reino de Deus chega aos nossos corações, o ódio dá lugar ao amor, a crueldade é vencida pela caridade. 

As críticas morda-zes são vencidas pela simpatia e bondade. O medo dá lugar à fé. As mudanças em nossa vida são difíceis e dolorosas. Por isso, sem Cristo no coração é impossível pensar em mudanças. Outrora, es-távamos sem Deus e sem esperança. Cristo veio, reconciliou-nos com o Pai. Agora temos a segurança de que, com Deus no coração, tudo vai bem e que os reinos deste mundo serão um dia o Reino de Nosso Senhor.

É preciso que haja mudanças dentro de nós, para que mudanças aconteçam ao nosso redor.