sábado, 8 de março de 2008
Mulher virtuosa
quinta-feira, 6 de março de 2008
TEMA A DEUS

O temor do Senhor é o principio da sabedoria; revelam prudencia todos os que ao praticam. Salmo 111.10
quarta-feira, 5 de março de 2008
Perdão!

O perdão é, basicamente, a dispensa do pagamento de uma dívida. Esse é o sentido mais natural e aplica-se no caso em que o devedor não tem como pagar e depende da misericórdia do credor. Logo, o perdão significa que não haverá mais cobrança, nem castigo. A Bíblia estende essa idéia para os pecados, as ofensas, como sendo também dívidas.
Nossos pecados contra Deus ou contra outras pessoas, são dívidas espirituais que deveriam ser pagas. O pecado é tudo aquilo que prejudica, ou seja, causa prejuízos de vários tipos (morais, físicos, espirituais, materiais). Seria então necessário reparar esse prejuízo, ou compensá-lo de alguma forma. Aí está a idéia da dívida. Mas, como poderíamos pagar nossa divida diante de Deus? Somos devedores que não têm como pagar. A nossa salvação é que alguém pagou nossa dívida (Colossenses 2.13-14). A morte de Jesus teve exatamente esse objetivo. Como o pecado poderia ser pago? Pela morte do pecador. Porém, Jesus se colocou no lugar dos pecadores e morreu no lugar deles. O que nos resta fazer então? Nada de tentar compensar os pecados através de boas obras, (embora elas devam ser praticadas por outros motivos). Nada de auto-flagelo e penitências. Estaríamos, assim, desprezando a obra de Jesus. O que precisamos é :
1) Reconhecer os nossos pecados.
2) Arrepender. Arrependimento é mudança de rumo. É uma decisão de passar a agir diferente.
3) Confessar os pecados (I João 1.9).
4) Pedir o perdão divino.
Se Deus, tão graciosamente, nos perdoou, devemos também perdoar aqueles que nos ofendem. Se não perdoarmos, também Deus não nos perdoará (Mateus 6.12,14,15). Se Deus é bom para conosco, não podemos ser maus para os nossos irmãos e nem para os nossos inimigos (Mateus 18.15-34 Mateus 5.44-45). Pedro perguntou quantas vezes por dia ele deveria perdoar ao seu irmão. Jesus disse: "setenta vezes sete". Vemos então que não devemos ECONOMIZAR o perdão. A ausência do perdão, a mágoa, o ressentimento, fazem mais mal ao ressentido do que ao que pecou. Manter a mágoa no coração é como segurar uma brasa na mão. O estrago pode ser grande. A falta de perdão, o ódio, pode causar até doenças. Por outro lado, a pessoa que não foi perdoada, fica, de alguma forma, presa espiritualmente.
Como dissemos, não temos como pagar nossa dívida para com Deus. Entretanto, se o nosso pecado contra o irmão envolver um prejuízo material, devemos ressarci-lo, pagar o prejuízo, se isso for possível (Lucas 19.8 Êxodo 22.1). E, assim como pedimos perdão a Deus, devemos também pedir às pessoas ofendidas. Se, porém, o ofendido já tiver falecido, isso não será impedimento para que Deus nos perdoe, desde que haja arrependimento. (Exemplo: Davi e Urias).
Muitas vezes, pode parecer difícil perdoar. O sentimento é difícil de ser controlado, principalmente em caso de pecados graves, em caso de crimes. Porém, o mais importante é a nossa VONTADE e não o nosso sentimento. Reconhecendo que devemos perdoar, devemos orar dizendo : "Senhor, eu perdôo aquela pessoa, em nome de Jesus". Os sentimentos podem não corresponder no momento, mas isso é uma decisão e não uma emoção. Precisamos declarar o perdão. Se perdoarmos em uma atitude de decisão, com o tempo os sentimentos encontrarão os seus devidos lugares.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Amor e trabalho social - Semear com sabedoria

"O semeador saiu a semear..." (Mt.13.3) Muitos semeadores têm lançado a semente, que é a palavra de Deus (Lc.8.11; I Pd.1.23). A igreja se empenha por levá-la aos perdidos. Queremos que todos a recebam de bom grado, acolhendo em seus corações a celestial mensagem.
Mas muitos são os que a rejeitam. Nossos familiares, nossos amigos, nossos colegas ou vizinhos, muitos não querem ouvir o que temos a dizer sobre Deus ou sobre a pessoa de Jesus Cristo.
Da mesma forma, se pararmos em uma esquina qualquer para distribuirmos sementes, poucos aceitarão e, entre os que aceitarem, a maioria provavelmente irá lançá-las ao lixo (ou na rua mesmo).
O que Deus fez para que a semente se tornasse atraente? Criou o fruto.
"E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi." (Gn.1.11).
O fruto é a embalagem atraente e útil para a semente. É o seu veículo eficiente.
Se distribuirmos frutos, então a aceitação será muito maior, e assim estaremos também distribuindo sementes. Da mesma forma, quando produzimos o fruto do Espírito em nossas vidas, estamos distruibuindo a mensagem de Deus embutida em nossas ações, reações, gestos, palavras e atitudes. "O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio." (Gálatas 5.22-23).
Esse fruto é irrecusável. Quem não quer ser tratado com amor? Afinal, o amor é a essência do fruto do Espírito. É a essência do próprio Deus. Desse modo estaremos plantando a semente de maneira eficaz. Por exemplo, Pedro disse que as mulheres cristãs poderiam ganhar seus maridos através de seu procedimento e de uma vida pura, sem a necessidade de usarem palavras. (I Pd.3.1-2). É o fruto transmitindo a semente.
Como podemos alcançar os miseráveis, os marginalizados, os famintos ou os excluídos? Levando-lhes uma pregação? Dando-lhes uma bíblia? Tudo isso é maravilhoso e pode dar resultados, mas creio que o melhor caminho começa pela demonstração de amor. Não é declarar o amor. É demonstrá-lo através de atos. Entra aqui o valor da obra social, seja como iniciativa individual ou comunitária.
A igreja precisa distribuir frutos e não apenas sementes. O fruto é o amor, apresentado na forma que atende à necessidade do próximo. É a atenção, o carinho, o afeto. É o alimento, o abrigo, a roupa, o emprego, a educação, o tratamento de saúde. Isso nos faz lembrar o papel do Estado e esse pensamento pode ser uma forma de escape. Queremos nos omitir diante da responsabilidade. É verdade que o Estado precisa assumir e desempenhar bem a sua missão. Contudo, nem sempre o faz. Fica então uma lacuna, às vezes um grande abismo, que se apresenta como uma oportunidade para a igreja. E será que ela, ou melhor nós, temos cumprido nossa missão? E, se nós não fazemos, outros fazem esse trabalho e ao mesmo tempo levam uma semente maligna que conduz as pessoas à idolatria e ao satanismo. Enquanto os homens justos dormem, o inimigo semeia o joio (Mt.13.25).
Jesus atuou onde havia necessidades, embora ele não fosse o culpado por aquilo nem originalmente responsável pela solução. Por exemplo, quando o vinho acabou e Maria foi avisá-lo, ele poderia dizer: "Isso é problema do noivo. Eu não estou casando, não sou noivo, não sou fabricante de vinho, e me dá licença que eu já vou embora."
Em outro episódio, precisamos verificar o que o Mestre fez: quando viu a multidão faminta, ele não mandou que aquelas pessoas fossem procurar Herodes, Pilatos ou César. Ele disse aos discípulos: "dai-lhes vós de comer." Em seguida, ele mesmo multiplicou os pães e os peixes e alimentou a todos. Os discípulos distribuíram o pão e o peixe que Jesus lhes entregou. Quanto nos tem sido entregue? Temos distribuído, ou apenas guardado para comer depois? Também é verdade que ele não se tornou provedor permanente daqueles cinco mil homens. A igreja precisa socorrer aos que estão em situação de emergência, principalmente aos irmãos na fé (Gálatas 6.10). Depois, deveria ensinar-lhes um meio de conseguirem seu próprio sustento. Cursos profissionalizantes gratuitos para os desempregados seria uma iniciativa preciosa que as igrejas deviam implementar, aumentando assim suas chances de conseguirem emprego.
Como indivíduos, podemos fazer pouco, mas devemos fazê-lo, cada um dentro de suas possibilidades. Como igreja podemos fazer muito mais. A bíblia não nos ensina a sustentar os preguiçosos, mas sim àqueles que, temporária ou permanentemente não têm como se sustentar. Os melhores exemplos são os órfãos e as viúvas, cujo cuidado foi considerado por Tiago como a verdadeira religião (Tg.1.27). A obra social é uma frente de trabalho que a igreja não pode negligenciar.
O fruto garante o transporte da semente. Aquela planta ou árvore passa a se propagar devido ao sabor do seu fruto. Se o nosso trabalho não cresce nem expande seus horizontes, pode ser que isso seja evidência da falta de fruto. Que Deus nos ajude para que, a cada dia, tenhamos o fruto certo para entregar a quem de nós se aproximar. Que o Senhor faça germinar a divina semente em cada coração, pois isso, só ele pode fazer.
sábado, 1 de março de 2008
Inimigos da Luz

Disse Jesus : "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." (João 8.12). "E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas." (João 3.19-20).
Jesus veio ao mundo, enviado por Deus. Ele só ensinou e praticou o bem. Entretanto, foi rejeitado pela maioria dos que o conheceram. E ainda hoje, quase todas as pessoas do mundo já ouviram falar de Jesus e sabem muito a respeito dele, mas poucos são aqueles que o servem e se esforçam por viver de modo que lhe agrade. Ou seja, até hoje Jesus continua sendo rejeitado. Por quê será? Cristo veio salvar o ser humano, mas, para isso, ele mostra o pecado e exorta ao arrependimento e à conversão. Jesus é a luz que revela o erro. Suas palavras, registradas na Bíblia, trazem à tona a malignidade do pecado em suas mais sutis manifestações (Mt.5.22,28).
Por esta causa, muitos fogem de Jesus. Isto é semelhante ao comportamento daquelas pessoas que têm pavor de médicos e dentistas. Para que a doença seja curada, precisa ser revelada, diagnosticada, tratada, e isso pode doer. O pecado é a doença da alma e Jesus é o médico que veio nos curar.
Muitos vivem fugindo da luz. É mais cômodo viver nas trevas. Qual é o atrativo da escuridão? Ela nos oculta, encobre nossos atos e, assim, parece nos proteger. O apóstolo Paulo disse que os que se embebedavam e os que roubavam, costumavam fazê-lo à noite. Logicamente, para não serem vistos. Este é o modo de vida daqueles que não têm um compromisso com Jesus. Estão nas trevas da ignorância espiritual. Pecam e rapidamente se esquecem ou nem consideram pecado o seu ato. Vivem praticando ações que, devido à sua natureza maligna, precisam ser mantidas em segredo. Apesar de saberem da existência da luz, que é Jesus, não querem nenhum compromisso com ele para que sua vida de pecado não seja censurada.
Até onde vai essa vida nas trevas? Caminhar no escuro pode até ser divertido por algum tempo. Pode ter sabor de aventura e desafio, mas o contentamento se desfaz quando a pessoa tropeça e cai. O tropeço e a queda certamente virão para aqueles que insistem em viver nas trevas do pecado (Pv.4.19). Alguém pode dizer: - "Eu estou muito bem sem Jesus." É só uma questão de tempo. Quem anda no escuro acaba tropeçando, mais cedo ou mais tarde. Como será esse tropeço? Pode ser uma doença grave, um flagrante no momento do pecado, a falência, a separação conjugal, etc. Nesse momento, alguns correm para Jesus, buscando socorro. Quantos viveram em devassidão sexual e só procuraram Jesus quando tropeçaram na aids?!
Qual será a sua atitude? Vai esperar o pior? A Bíblia diz: "Se hoje ouvirdes a sua voz , não endureçais os vossos corações." (Hb.4.7). Amanhã pode ser tarde demais.
A luz mostra o pecado. Isto não quer dizer que Jesus vai mostrar os pecados de uma pessoa para as outras. Na maioria das vezes isso não é necessário. Jesus quer mostrar o pecado para a própria pessoa. Quando nos aproximamos de Jesus, percebemos sua santidade e, ao mesmo tempo, reconhecemos nossa impureza. Nesse momento, podemos nos arrepender e pedir a Deus que nos perdoe e no dê uma vida nova, uma vida no caminho da luz.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
A Viagem e o Destino

Na viagem da vida, para onde vamos?
A vida é semelhante a uma viagem. Aqueles com quem convivemos são nossos companheiros de caminhada. Alguns vão embora rapidamente. Outros nos acompanham por muito tempo.
Ao caminhar, precisamos estar atentos ao nosso destino. Para onde nos dirigimos? Alguns estão subindo; outros estão descendo (Pv.15.24). Muitos, porém, se distraem com os atrativos da estrada, com suas bagagens e até mesmo com os demais viajantes, esquecendo-se do destino final. É o caso daqueles que vivem absorvidos pelo materialismo, pela busca de riquezas, pelos prazeres e por tantas outras coisas que não se dão conta de que estão caminhando para a perdição eterna.
Há quem prefira o caminho mais fácil, independente de onde possam chegar. A estrada larga é a mais procurada (Mt.7.13). Nela não se encontram limites, controles ou regras. Viaja-se ao belprazer, numa vida sem escrúpulos, sem ética, sem valores morais ou espirituais. Afinal, quem está descendo não precisa se esforçar.
Jesus é o caminho para a eternidade com Deus (Jo.14.6). Se vivermos de acordo com a sua vontade, estamos no rumo certo. Caso contrário, estamos nos distanciando de sua presença.
A vontade de Deus é que nossa trajetória seja ascendente: de glória em glória, de fé em fé (Rm.1.17; II Cor.3.18). “A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4.18). Os ímpios, porém, vão de mal a pior (II Tm.3.13), caminhando em direção ao inferno.
No caminho da salvação, podemos até tropeçar e cair (Sal.37.24). Contudo, não ficaremos prostrados, pois o Senhor nos levantará. Continuaremos firmes na carreira que nos foi proposta (Heb.12.1). Subir é mais difícil, principalmente quando tantos procuram nos puxar para baixo. Entretanto, não retrocederemos (Heb.10.39), ainda que o caminho seja apertado e haja espinhos diante de nós. No fim da jornada, o Pai nos aguarda para nos receber em sua eterna glória. Não nos esqueçamos de que estamos apenas passando por este mundo. Não somos daqui, mas apenas forasteiros que se dirigem à pátria celestial (Fp.3.20; Heb.11.14-16). Usufruamos, pois, de tudo o que o Senhor nos dá, mas não sejamos apegados ao que não haveremos de levar. Não nos iludamos com a idéia de construir um reino no meio do caminho. Estamos nos dirigindo ao Reino dos Céus.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Vivendo a Vida. Em Um Nível Totalmente Novo

Foi-nos dado um tremendo presente, a liberdade de escolha. E para cada escolha que fazemos podemos esperar uma conseqüência certa. Creio que há três escolhas principais que estão sempre diante de nós: a escolha de ser preguiçosa, a escolha de ser medíocre e a escolha de ser excelente.
Enquanto grande parte da humanidade está presa na “mira da mediocridade”, aqueles que adotam uma caminhada de excelência encontram as recompensas reais. Eles vivem em um nível totalmente novo, experimentando a verdadeira realização e a satisfação que muitos outros perderam. A fim de cultivar o desejo de chegar até mais alto e ser o melhor que podemos ser, precisamos ter um entendimento claro das diferenças entre ser preguiçoso, ser medíocre e ser excelente.
Embora não possamos nos encaixar inteiramente na categoria de preguiçosos ou medíocres, creio que temos espaço para melhorar. Sair do nível mais baixo de preguiça. Das três escolhas, preguiçoso é a mais destrutiva. O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre o homem preguiçoso. Provérbios 24:30-31 diz: Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento; e, vendo, eis que tudo estava cheio de espinhos e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras em ruínas. Essa descrição me faz lembrar muitas casas abandonadas que já vi. As janelas eram fechadas com tábuas, a grama não estava cortada e havia lixo em todo o jardim em cada lugar havia bagunça. É uma cena lamentável de se ver, mas é um exemplo perfeito do fruto da preguiça. Um homem preguiçoso faz somente o que se sente bem em fazer, o que é geralmente nada. Ele quer que tudo seja fácil.
Como resultado, ele acaba vivendo uma vida infeliz e geralmente cheia de ciúme, inveja e ressentimento. Ele é normalmente desatencioso, não planeja o futuro e falha em tomar conta das coisas. Cedo ou tarde, ele perde até o controle financeiro ao lidar com as despesas de seus filhos.
Dizem as Escrituras: ... um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado. (Provérbios 24:33-34) Mesmo que a maioria de nós não se encaixe inteiramente nessa categoria, creio que há certas áreas de nossa vida nas quais podemos ter uma atitude preguiçosa somos passivos ao invés de ativos ao lidarmos com as coisas.
Por um instante, podemos desejar ter um pastor com pregações poderosas, mas não estamos dispostos a fazer o esforço para orar por ele.
Podemos desejar ter um governo melhor, mas não tiramos tempo para nos informarmos sobre as questões e votar. Ou podemos desejar ter vitória acima da tentação, assim como sobre a fofoca, a preocupação e o medo, mas não estamos dispostos a resistir a elas falando a palavra de Deus.
Em outras palavras, reconhecemos que há um problema, mas não estamos dispostos a nos comprometermos e nos esforçarmos para solucioná-lo.
Somente com o discernimento da palavra poderemos ter atitude.